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Itaú suspende rodízio entre aulas presenciais e remotas e revezamento

Por Talita Souza / Especial

23 de outubro de 2021

Além de redução de gastos, fusão das instituições não afetou o atendimento aos alunos./ Foto: Divulgação.

ITAÚ DE MINAS –A Secretaria de Educação e Esporte da Prefeitura de Itaú de Minas aboliu o rodízio entre aulas presenciais e remotas e o revezamento de alunos na rede municipal de ensino. Segundo a secretária da pasta, Maria Flavia Rodrigues Garcia de Oliveira, a medida foi adotada após reunião com diretores de escolas e de unidade do Centro Municipal de Educação Infantil (Cemeis). O retorno às atividades ocorreu no último dia 4, de forma híbrida.

“Todos os alunos cujas famílias aderiram ao presencial, eles irão todos os dias. Então, eles terão aula presencial todos os dias e remotamente todos os dias. Será um tempo reduzido, de duas horas e meia para o 1º ao 9º ano e educação infantil de três horas. Não haverá mais revezamento de turma, todas as turmas irão semana inteira e isso nós avaliaremos após uma semana de funcionamento”, afirmou a secretária.

Fusão

No começo deste ano, a Prefeitura de Itaú, por meio da Secretaria de Educação, anunciou a fusão da Escola Municipal Dr. Cristiano Machado com a Escola Municipal Itaú de Minas e do Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) Magdalena Rimoli Moragas com os Cemeis Dona Nen e Otávio Rodrigues Amorim. De acordo com a secretária de Educação do município, Maria Flávia Rodrigues Garcia de Oliveira, a fusão das unidades reduziu nos gastos no município. Ela também afirma que não haverá mais ensino híbrido nem revezamento de turmas.

“Na realidade, como as aulas não estavam sendo presenciais, não deu para perceber muita diferença. Posso adiantar que, com o encerramento das atividades de duas escolas, sendo um Cemei e uma de ensino fundamental, reduzimos gastos”, afirmou Maria Flávia.

Segundo a secretária, os servidores públicos da área de Educação foram alocados em outras unidades e não houve substituições por conta de aposentadorias e encerramento de contrato.

“Os materiais de custeio e insumos foram reduzidos. Não deixamos de atender aos alunos, as matrículas e transferências continuam normais. O que houve foi a racionalização dos espaços, pois a manutenção de um prédio para atender poucos alunos onera os cofres públicos do município. Deste modo, os alunos estão sendo atendidos na rede municipal da mesma forma”, pontuou.