Carmo espera receber 30 mil na 54ª Feira de Artesanato

Maior feira de artesanato da região e uma das maiores de Minas Gerais acontece de 12 a 16 de julho, no GEC./ Foto:
Divulgação.
Maior feira de artesanato da região e uma das maiores de Minas Gerais acontece de 12 a 16 de julho, no GEC./ Foto: Divulgação.

Luciene Garcia

C. R. CLARO – A organização da 54ª Feira Municipal de Artesanatos de Carmo do Rio Claro estima receber cerca de 30 mil pessoas no evento, que acontece de 12 a 16 de julho, no Grêmio Recreativo Carmelitano (GRC).

Segundo a presidente da Associação dos Artesãos de Carmo do Rio Claro, Maria Rita Dias de Paula, a Rita Doceira, a feira de artesanato no Carmo é considerada a maior da região e uma das maiores de Minas Gerais.

“Nossa expectativa é grande. Tudo está sendo pensado para dar continuidade sucesso do grande evento, que é a Feira Municipal de Carmo do Rio Claro, com mais de meio século de sua realização”, disse Rita Doceira.

“Durante a 54ª Feira de Artesanatos, a associação convida e recebe participantes de artesanatos de nossas cidades vizinhas, que apresentam seus artesanatos em tábuas, bambus, madeiras, couro, pinturas em quadros, dentro outros que enriquecem ainda mais a Feira Artesanal”, disse a presidente.

Além do Carmo, devem expor trabalhos artesãos dos municípios de Andradas, Areado, Passos, Poços de Caldas, São Paulo (Capital) e Conceição da Aparecida.

Segundo os organizadores, o evento deve disponibilizar 58 boxes com produtos artesanais, barracas de alimentação e oficina de doces artesanais, que poderão ser vistos, comprados ou degustados das 12h às 22 h e no dia 16 das 9h às 16h.

<b> Tradição

<j> Em Carmo do Rio Claro, colchas e toalhas são tecidas há mais de 100 anos e do mais apurado capricho e amor pela arte de tecer. A tecelagem vem ricamente com suas peças de artigos de cama, mesa, banho, decoração e vestuário, que finamente decoram e atendem clientes em todo país. Também produz bonecas e peças decorativas que são grandes atrativos, além dos tradicionais doces artesanais.

A tradição dos doces começou no início do século XX e está sempre presente nas quitandas mineiras, com os legumes são produzidos os belos picles em conserva, que são servidos como deliciosos aperitivos.

Ainda tem ainda o rico crochê manual, que vem de uma tradição, que até hoje é desenvolvida na cidade, produzindo lindos panos de prato, bolsas, aventais, peças de maternidade e acessórios decorativos. Outra riqueza é a cerâmica, que é desenvolvida no forno em processo manual, com peças únicas e exclusivas.

Além da produção do licor de frutas, produzido em processo totalmente artesanal e que é muito consumido e apreciado.

A feira no Carmo também deve expor artigos religiosos e decorativos, muitos feitos de tiras de bananeiras.

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