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Caso Maryna: sargento admite disparos e ocultação de corpo em Jacuí

27 de agosto de 2026

Sargento admite tiros contra conselheira; corpo foi enterrado em área rural / Foto: Reprodução/EPTV

André Silveira

PASSOS – O desaparecimento da conselheira tutelar Maryna Coluccy de Jesus, de 34 anos, teve um novo desdobramento na terça-feira, 25. Um sargento da Polícia Militar admitiu ter efetuado disparos contra ela e, posteriormente, enterrado o corpo em uma área de mata na zona rural de Jacuí. O militar apresentou sua versão à própria corporação, indicou os locais relacionados ao caso e foi preso em flagrante por ocultação de cadáver. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte e representou pela prisão preventiva diante da suspeita de feminicídio.

Maryna, que era travesti, estava desaparecida desde a sexta-feira, 21. Conforme as informações oficiais sobre a ocorrência, ela saiu da casa onde morava com os pais por volta das 13h30, usando apenas as roupas que vestia e chinelos, sem levar bagagem, e não retornou. Familiares, amigos e forças de segurança passaram a realizar buscas.