Minas alcança adesão de 100% dos municípios na Política Aldir Blanc 2025

Estado consolida liderança nacional no fomento cultural com fortalecimento das culturas populares e ampliação do acesso no interior / Foto: Reprodução
Estado consolida liderança nacional no fomento cultural com fortalecimento das culturas populares e ampliação do acesso no interior / Foto: Reprodução

BELO HORIZONTE – Minas Gerais se tornou um dos primeiros estados do país a garantir a adesão integral de todos os seus 853 municípios à Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab) 2025, conforme dados do Ministério da Cultura.

Com previsão de repasse de cerca de R$ 266 milhões no biênio 2024/2025, Minas terá 30% dos recursos – aproximadamente R$ 80 milhões – destinados exclusivamente às culturas populares e tradicionais. Congadas, folias de reis, capoeira, maracatu, artesanato e outras expressões que compõem a identidade do povo mineiro serão fortalecidas por essa política que reconhece a cultura como direito e vetor de desenvolvimento.

A mobilização que garantiu a adesão completa dos municípios é resultado direto do trabalho articulado do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) que, com suporte técnico, capacitações regionais, produção de materiais de orientação e atendimento individualizado às prefeituras, assegurou que cada gestão municipal estivesse apta a acessar os recursos da Pnab.

“Mais uma vez, Minas demonstra sua grandeza, sua capacidade de mobilização e seu compromisso com a cultura como vetor de desenvolvimento, cidadania e pertencimento. Essa conquista é coletiva e traduz a força do interior, a vitalidade das tradições e a potência criadora dos territórios”, afirmou o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.

Segundo ele, o balanço das inscrições da PNAB em Minas Gerais revela avanço expressivo na participação cultural em todo o estado, fruto das ações de descentralização promovidas pela Secult, que vêm ampliando o acesso à cultura no interior.

“Prova disso é que 60,9% das propostas vieram de fora da capital Belo Horizonte, marcando uma participação histórica de agentes culturais do interior. A diversidade também foi um destaque entre os inscritos, com 7.353 pessoas negras, 8.901 mulheres, 3,6 mil LGBTQIAPN+, 2.609 pessoas idosas, 752 pessoas com deficiência e 183 indígenas”, disse.

 

 

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