Destaques Saúde

Rinite alérgica traz preocupação com o tempo seco e máscaras

10 de junho de 2020

Foto: Divulgação (Agência Brasil)

PASSOS – É comum, nessa época de outono, que as mudanças de temperatura piorem os problemas para quem sofre com rinite alérgica. De acordo com estimativas da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), de 20% a 30% da população brasileira têm a doença.

Com o isolamento social e o maior tempo em casa, os alérgicos podem enfrentar problemas adicionais como pelos de animais, especialmente os de cães e gatos, ácaros e fungos em roupas, cobertores e edredons. O uso de máscaras de proteção pode causar coceiras e é preciso ter cuidado para não levar a mão à boca ou ao nariz.

De acordo com a alergista Elenice de Fátima Maia Martins, alergista, entre as principais causas estão a poeira, pólem, pelos, penas e fumaça, por exemplo,

É um processo inflamatório na mucosa nasal, levando à hipertrofia dos cornetos. As principais causas são poeiras, pólen, pelos, pena, fumaça, tapete, cortina e perfume, causando os sintomas de espirro, coriza, prurido e obstrução nasal. A rinite não tratada pode levar à obstrução nasal intensa provocando ronco, apnéia, sinusite, asma e outras complicações”, disse.

Alguns cuidados preventivos, segundo a alergista, é ter uma boa hidratação, beber muita água e cuidar da pele com produtos hipoalergênicos. Ter uma alimentação saudável, umidificar o ar, quando seco. Evitar poeira também faz parte das recomendações médicas.

A estudante Isabelle Gotelip Furtado, de 28 anos, sofre de rinite sofre com crises de rinite e de sinusite comenta seu histórico com a rinite.

Quando eu morava no litoral, por causa do clima úmido, eu constantemente tinha crises de rinite. Agora, em Passos, percebo que essas situações diminuiram, mas parece que vai se acumulando, porque hoje é muito mais comum eu ter problemas de sinusites. Então fica mais grave por conta disso, já que constantemente lido com essa infecção”, declarou Isabelle.