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Hemominas tem baixo estoque de sangue

5 de agosto de 2020

O baixo estoque de sangue da fundação atinge os tipos ‘o’ positivo, ‘o’ negativo e ‘a’ positivo. / Foto: Divulgação (Agência Brasil)

PASSOS – O estoque de sangue na unidade local da Fundação Hemominas está no limite. Os tipos sanguíneos O positivo e O negativo, os mais necessitados pelos hospitais e agências transfusionais de Passos e municípios da região, têm diminuído bastante nos últimos meses em razão dos doadores que deixaram de comparecer devido à pandemia do novo coronavírus.

A gerente administrativa Tânia Piantino revelou que o estoque está longe de um colapso, mas há o risco.

Diante da atual situação que vivemos em relação aos casos da covid-19, tudo pode acontecer, mas o nosso estoque não tem pouca sobra de bolsas. Estamos precisando muito de doadores voluntários de dois tipos: O negativo, considerado universal, ou seja, pode ser transfundido em qualquer paciente, porém é raro entre as pessoas doadoras, e O positivo, que serve também para os indivíduos que tenham o fator RH positivo”, explicou.

O hemocentro regional fornece sangue para aproximadamente 15 hospitais, além das agências transfusionais de Cássia, Piumhi, São Sebastião do Paraíso e Santa Casa de Passos, que armazenam sangue e seus derivados.

Desde a saída do gerente técnico Audir Ribeiro Abreu Filho, em outubro de 2019, do coordenador geral Flávio Ribeiro Campos e do gerente administrativo Antônio Francisco Fornari, demitidos de suas respectivas funções em fevereiro deste ano, a Fundação Hemominas não admitiu substitutos. Houve apenas o remanejamento da enfermeira técnica Tânia Piantino para o cargo de gerente administrativa, antes ocupado por Jefferson Luiz Pereira, que agora continua como bioquímico do hemocentro passense.