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Estafa mental: conheça sinais e sintomas de diagnóstico dado à Anitta

23 de junho de 2021

A estafa também prejudica o bem-estar mental do paciente,

O excesso de tarefas diárias pode contribuir para um quadro de saúde mental popularmente conhecido como estafa. De origem emocional ou física, a doença apresenta sintomas como desânimo sem motivo aparente, dores no corpo, falta de motivação para continuar a fazer o que tanto gosta.

Há alguns anos a cantora Anitta chegou a cancelar participação no programa “Anitta Entrou no Grupo”. Em comunicado, o canal disse que “a cantora foi diagnosticada com estafa e seguirá recomendação médica de ficar em repouso”.

Mas uma vida atribulada não é “privilégio” do mundo de personalidades como Anitta. Qualquer um que se propõe a realizar muitas coisas de uma vez e em um curto espaço de tempo pode se ver nessa situação. Quando a estafa acontece no ambiente de trabalho é chamada de Síndrome de Burnout. Porém, os sintomas atingem muitas outras áreas da vida de um indivíduo.

O que sente uma pessoa com estafa? Podemos resumir a estafa como uma sensação de esgotamento mental. Mas não pode ser caracterizada em apenas um episódio. Se uma pessoa passa uma semana atribulada, com diversos afazeres, e apresenta esse sintoma na sequência, por exemplo, não necessariamente será diagnosticada com a doença.

Para ser considerada estafa, o indivíduo precisa apresentar sensação de cansaço extremo, falta de energia e motivação para realizar tarefas diárias como estudar, se relacionar com pessoas e trabalhar. Também é comum falha de memória, insônia, azia, má digestão e palpitações.

Em um de seus personagens clássicos, o humorista mexicano Roberto Bolaños retratou a estafa em Jaiminho, o carteiro, personagem que sempre dizia que “queria evitar a fadiga”.

O grau de irritabilidade no estresse é maior e chega a ter mais sintomas físicos. No estresse, o paciente apresenta um prolongamento e intensidade dos sinais de fadiga e desânimo. Porém, a estafa também prejudica o bem-estar mental do paciente, que precisa de acompanhamento médico e psicoterapia, que é sempre bem-vinda nos dois casos.