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Cássia pode regredir para a Onda Amarela

Por Talita Souza / Redação

24 de novembro de 2020

Foto: Divulgação

CÁSSIA – A prefeitura de Cássia divulgou na segunda-feira, 23, por meio das redes sociais, que o município poderá regredir para a Onda Amarela, no plano ‘Minas Consciente’, devido ao aumento de casos de covid-19 na região durante as últimas semanas. De acordo com o último boletim epidemiológico – divulgado no portal virtual da prefeitura na sexta-feira, 20 –, o município, que se encontra na Onda Verde, já teve 209 casos confirmados de Covid-19 desde o início da pandemia. Desse total, 203 pacientes estão recuperados, um caso está sendo monitorado e ocorreram cinco óbitos.

A secretária municipal de Saúde, Vanessa Chiareli, afirma que ainda não há nada concreto e a que situação depende do plano do governo estadual.

O município aderiu ao Minas Consciente, então dependemos da avaliação do plano. Toda semana é realizada uma avaliação e são soltados indicadores. Teremos uma resposta sobre o assunto apenas na quinta-feira. Caso tenhamos que voltar para o amarelo, seguiremos o fluxo do Minas Consciente. Por enquanto, continuaremos tomando todas as medidas preventivas necessárias, como o uso obrigatório de máscaras e álcool em gel e o distanciamento social”, explicou.

O plano ‘Minas Consciente – Retomando a Economia do Jeito Certo’ foi criado pelo governo de Minas Gerais, por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Saúde (SES-MG), com o intuito de levar os municípios mineiros de volta à normalidade, adotando um sistema de critérios e protocolos sanitários para garantir a segurança da população.

O plano divide as atividades econômicas em três ondas: Onda Vermelha, em que funcionam apenas os serviços essenciais; Onda Amarela, em que os serviços não essenciais com baixo risco de contágio passam a funcionar; e Onda Verde, em que os serviços não essenciais com alto risco de contágio passam a funcionar. O monitoramento para o avanço ou retrocesso de ondas é feito pela SES-MG, de acordo com os dados enviados pelas macro e microrregiões de saúde. Os monitoramentos e análises são feitos semanalmente e a cada 28 dias.

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