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Ambes mantém realização de testes e procedimentos em Passos

19 de agosto de 2020

Foto: Agência Brasil

PASSOS – Referência regional na prevenção e no tratamento de HIV e hepatites virais, o Ambulatório Escola (Ambes), em parceria entre a Prefeitura de Passos e a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), unidade Passos, segue cumprindo os habituais atendimentos neste período de pandemia, respeitando todas as exigências da Organização Mundial de Saúde.

Nos setores do ambulatório, o centro de testagem e aconselhamento, serviço de atenção especializada e unidade de dispensação de medicação, foram feitas pequenas alterações para evitar possíveis aglomerações, como explicou a enfermeira do Ambes, referência técnica em hepatites virais, Mayra Andrade Cardoso Martins.

Em caso de urgência, ou seja, acidente ocupacional, violência sexual ou exposição sexual, os testes são realizados rapidamente, já nos demais casos, os testes são feitos por meio de agendamento no próprio Ambes. Assim como as consultas, que são priorizadas de acordo com a necessidade de cada paciente”, informou a enfermeira.

TESTES RÁPIDOS

Os testes rápidos de HIV, sífilis, hepatite B e C, prosseguem sendo realizados no Programa Saúde da Família (PSF), e posteriormente, caso sejam testados positivos, são encaminhados para o Ambes, diferente da sífilis, que é tratada na própria unidade de saúde.

Ainda segundo Mayra, todos os casos de hepatites virais devem ser encaminhados ao ambulatório escola, para acompanhamento e tratamento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

As demais doenças contagiosas ou sexualmente transmissíveis, como sífilis, tuberculose, hanseníase, são centralizadas para os cuidados da atenção primária e, caso apresentem alguma alteração significativa no quadro são referenciadas para o Ambes”, pontuou.

Por fim, Martins ainda esclareceu que, se testado reagente tanto para HIV, quanto para as hepatites B ou C, o paciente é encaminhado para o setor responsável, por onde passa por uma avaliação médica para a verificação da necessidade do tratamento medicamentoso.

Posteriormente, são efetuados procedimentos técnicos para aquisição dos medicamentos indispensáveis para o tratamento e, que na maioria das vezes são de alto custo, e fornecidos pela Secretaria de Estado de Saúde e pelo Ministério da Saúde, não trazendo nenhum gasto para o paciente ao decorrer do tratamento”, finalizou.

A enfermeira, ainda chamou atenção para o grupo que deve se atentar para a realização dos exames, incluindo pessoas acima de 40 anos, diabéticos, portadores de doenças hepáticas ou problemas imunológicos.