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Casal é preso por estelionato em Paraíso

1 de outubro de 2020

DUPLA SE PASSAVA POR FUNCIONÁRIOS DE AGÊNCIA BANCÁRIA PARA TER ACESSO AOS CARTÕES DE CRÉDITO DAS VÍTIMAS. IDOSA PERCEBEU O CRIME E ACIONOU A PM. / Foto: Divulgação

S. S. PARAÍSO – Um casal acusado de aplicar golpes em São Sebastião do Paraíso foi preso pela Polícia Militar na noite de terça-feira, 29. A dupla localizada após enganar uma idosa fingindo trabalhar em uma agência bancária. A ação foi registrada por câmeras de segurança. Segundo informações, a vítima, de 63 anos, recebeu uma ligação telefônica de supostos funcionários da agência bancária em que ela tem conta. Os golpistas disseram à mulher que seu cartão de crédito havia sido clonado e teria sido utilizado em uma compra no município de Guaxupé.

Em seguida, um dos criminosos disse à vítima que, para realizar o bloqueio do cartão e o estorno da suposta compra, uma funcionária do banco teria que ir até o seu endereço para buscar o cartão. Minutos depois, a suspeita C.C.S.A., de 22 anos, chegou à casa da idosa e recebeu dois cartões magnéticos. Enquanto a mulher fingia resolver o problema da idosa, um homem permaneceu em um carro estacionado próximo à residência. Assim que a dupla deixou o local, a vítima percebeu que havia caído em um golpe e acionou a polícia. Uma equipe do 43º Batalhão da PM foi até o endereço e, graças a imagens de uma câmera de segurança, conseguiu identificar os suspeitos e anotar a placa do veículo usado por eles.

Em consulta ao sistema informatizado da polícia, os militares apuraram que o carro pertence a uma empresa de aluguel de veículos. Diante dos fatos, a PM deu início às buscas pelos suspeitos de estelionato e os localizou em um hotel da cidade. Com eles, foram encontrados R$ 890 em espécie e duas máquinas de cartão magnético. Tanto a mulher que se passou por funcionária do banco quanto E.R.S., de 23 anos, foram presos em flagrante. O casal foi encaminhado à 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de São Sebastião do Paraíso e, em seguida, ao presídio local. Aos policiais, a acusada disse ser de Diadema (SP), e o comparsa afirmou ser natural do Rio de Janeiro.