Do Leitor

Violência no Rio

27 de agosto de 2021

No Rio de Janeiro a violência é de uma guerra civil. Os tiroteios dentro das favelas não cessam. São facções criminosas, fortemente armadas, numa guerra entre si pela posse de territórios, usando uma população apavorada como escudo, no meio do fogo cruzado. Os moradores das comunidades jamais se atrevem, por medo de represália, a denunciar o poder paralelo por disparos de bala perdida. O tiro a esmo é praticado pelo meliante como estratégia perversa para enfraquecer ou dificultar o trabalho do agente da lei e incitar a população contra ele.

Marcelo de Lima Araújo – Rio de Janeiro/RJ

Voto eletrônico

Por um capricho dos deputados, naquela mentalidade tacanha antidemocrática de ‘quanto pior melhor’, com relação à maior segurança e transparência com a adição da impressão no voto eletrônico para maior credibilidade ao resultado eleitoral. Tal acréscimo no processo iguala todos os candidatos, não beneficia Ciro, Jair ou Lula. É a garantia de que o meu e o seu voto serão computados na forma em que votamos. Apenas dificulta fraude, que o TSE afirma não existir, mas que a forma atual de apuração não permite, se necessária, auditoria confiável. Quem perdeu com isso? O Brasil e a democracia, sem a possibilidade de auditoria, em seu maior evento, para não pairar nenhuma dúvida quanto à legitimidade da apuração. Infelizmente, todos nós perdemos.

Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha/ES

Ativismo

Alô, alô, ativista Barroso, agora mais claro do que nunca: quem começou a plantar o ódio no Brasil, e faz tempo, foi seu ídolo e parça político que se chama Lula, o ser mais honesto do país e que disse tempos atrás que o STF estava acovardado. Ou seja, ele pode tudo? E para ajudar na sua fraca memória, a campanha antiga dizia nós e eles. Informe-se, ministro. Não espalhe fake news, senão chamo o paladino da Justiça, Alexandre de Morais, ex-advogado de gente honesta e correta em São Paulo.

Marieta Barugo – São Paulo/SP