Do Leitor

Rua João Teixeira Mendes

7 de Maio de 2020

Para encerrar minhas conclusões sobre a rua João Teixeira Mendes e aguardando parecer/ pronunciamento do Ministério Público, órgão responsável também pela fiscalizaçoes e providências, ao qual também enviei email, devido a pandemia do corona vírus não fui pessoalmente ao FÓRUM protocolar documentos.

Conforme entrevista do ex-diretor do Departamento de Trânsito concedida ao reporter Dirley Freitas, de 2017 a 2019 houve 57 acidentes de trânsito conforme dados da Polícia Militar, e de agora em diante a quem caberá a responsabilidade por negligência, impericia ou imprudência pelos acidentes vindouros.

Resalto ainda que a vereadora Isabel Ribeiro que exibiu a seu modo o troféu da sua grande obra da reversão da mudança da Rua João Teixeira Mendes depois de jogar na cara do prefeito “ que ele só não foi cassado graças a seu voto”. A mesma encaminhou a este relator quando estava como Diretor do Departamento de Trânsito, o requerimento de número 051 em 04 de fevereiro de 2013 aprovado pela Câmara, pedindo que a rua João Teixeira Mendes fosse de mão única de direção e assim que começamos a fazer os estudos/ levantamentos, ela me procurou pedido para não executar os serviços, então pedi a ela que enviasse outro ofício desconsiderando o anterior por se tratar de algo oficial, até hoje ela não entregou, acho. Durante o período que estive lá, este documento não chegou”.

É um absurdo contratar uma firma só para fazer o projeto/estudos deste local, “barbaridade”, e gastar dinheiro público sem necessidades porque isto não fica barato e ainda termina o mandato do prefeito e a licitação não fora concluída e tão pouco o projeto em seguida.

JeremiasCristo Alves (Ex- diretor de Trânsito) – Passos/MG

Odisseia bíblica

Com medo dos fariseus petistas escolheram o messias pensando em Moisés, o gal. Fernando faz declarações meia-boca do tipo “segura que o filho é teu”; Aras dá uma de Pilatos “não me comprometa, um olho no peixe outro no gato”; Marco Aurélio, sem poder, atira pedras em Alexandre sem se lembrar de Madalena; e nós seguimos a nossa péssima odisseia esperando pelo pessach.

Alberto Figueiredo – São Paulo/SP