Do Leitor

O mito

5 de novembro de 2021

Perguntaram ao capitão quem o qualificou com a palavra mito. Ele respondeu que não sabe quem inventou isso.
Dizem que o ex-presidiário reclamou para o capitão que nunca o chamaram de mito. Será que o ”ex” sabe o que é isso? O Bolsonaro disse a ele que também nunca foi chamado de ladrão. Empatados!

Curiosamente, vendo os sinônimos da palavra mito nos deparamos com uma gama de explicações. Alguns chamaram nossa atenção. Vamos a eles. Quimera: um monstro da mitologia. Bolsonaro é um monstro mesmo, fechou, onde foi possível, as torneiras que jorravam dinheiro público. Absurdo: seus inimigos acham um absurdo vê-lo tão aclamado por onde passa. Devaneio: seus eleitores sonharam com uma eleição quase impossível e atacada pelos adversários, mas, foi possível. Lenda: o capitão virou uma lenda, mas, uma lenda palpável, real, o homem que está tirando o Brasil do buraco. Invenção: o presidente ficou quase trinta anos no Congresso se inventando e se reinventando. Seus eleitores completaram a obra. Virou presidente, para “alegria” dos adversários. Ah, e não rouba!

Ao ver tanto ódio despejado na mídia contra o capitão, eu me lembro do trecho do poema “Navio Negreiro”, de Castro Alves: “Senhor Deus dos desgraçados – Dizei-me vós, Senhor Deus – Se eu deliro…ou se é verdade – Tanto horror perante os céus?!…” Eu fico a pensar: que ódio horroroso! Será que essa gente perdeu tantos privilégios e regalias assim? Será que se trata de gente com emprego público querendo mais e cada vez mais? Só sabe criticar ofendendo? Não sabe discernir com classe? Essas pessoas ainda se julgam educadas, civilizadas? Perderam a noção do que seja isso?

Professor Luiz Guilherme Winther de Castro – Carmo do Rio Claro /MG E-mail: [email protected]

Auxílios e benesses

No Congresso ninguém quer ajudar ninguém, a não ser em benefício próprio. Não é falta da tal “vontade política”. O que falta mesmo é vergonha na cara…

Ademir Fernandes – São Paulo/SP