Do Leitor

O ex-presidiário mais famoso do Brasil

18 de junho de 2022

O ex-presidiário e eternamente marginal disse que ele não é um demônio, mas quer ser respeitado como se fosse. O nobre marginal, ídolo inconteste dos esquerdistas, precisa aprender que o demônio nunca foi respeitado, a não ser por algumas seitas satânicas que possam existir pelo mundo ou nos filmes de ficção produzidos pelo cinema mundial. Não sei se o marginal pertence a uma delas! Fora isso, é preciso levar ao conhecimento desse ex-presidente do país, ou melhor, ex-presidiário, que o demônio, principalmente para os cristãos, não é respeitado, ele é temido. “Vade retro Satana” é a expressão que mais os cristãos usam para se livrar do maligno.

Considerando que o “infeliz” tem pouca escolaridade e o que aprendeu no convívio com os políticos que o apoiam foi a arte da malandragem, da corrupção e mandar que outros façam, para que ele não apareça, dá para entender. Mesmo assim, curtiu vários meses de cana, tantos foram os que provaram sua corrupção, e a deles também, durante a Lava Jato. É só lembrar a frase de Tancredo Neves, quando disse que a esperteza demais cresce e engole o esperto. Só se livrou das penas por conta de amigos poderosos.

Todavia, devemos fazer justiça ao “nobre cidadão”. Ele aprendeu a arte da eloquência, se desenvolveu bastante na arte teatral da oratória, fala com desenvoltura, sem os vícios constantes do “né, tá, entendeu, sabe, ééé… (prolongado no início da fala). Sua retórica, no entanto, nada mais é que um instrumento de manipulação da opinião pública. Sua fala cheia de mentiras, absurdos e incoerências, só mesmo seus adeptos para acreditar. É um escárnio, risível!

Ah! Para quem insiste em desgoverno, o capitão trabalha muito bem! Cuidado, raiva pode provocar um infarto do miocárdio ou AVC!

Professor Luiz Guilherme Winther de Castro – Carmo do Rio Claro/MG
E-mail: [email protected]

 

Lava Jato

Conforme noticiado, está em curso a “Desoperação” Lava Jato, com condenados procurando todas as vias para se livrar das sanções e anular acordos com a Justiça. Vergonha!

J. S. Decol – São Paulo/SP