Do Leitor

Não gosto do Bolsonaro! Ele erra muito!

6 de Maio de 2021

Explicarei! Dizem que ele demitiu milhares de funcionários federais. Eram parasitas, mas, não deveria! Fechou o vazamento do dinheiro público para políticos e outros mais. Muita maldade! O capitão não foi acusado, até agora, de corrupção, assim, ele está fora dos padrões! A oposição não gosta! O capitão nomeou um ministro que está destravando muitas obras públicas, terminando-as.

Para que tanta competência? O capitão é perseguido por ser militar e tentar criar escolas com disciplina militar, para crianças e jovens. Disciplina militar não é regime militar! Vejamos: escolas como o Colégio Tiradentes, de Passos, MG, não deveriam existir! Mas, existem e fazem um excelente trabalho no ensino. Só que, nessas escolas, professor tem de ser competente! Seus opositores acham um absurdo tais escolas!

O capitão encheu o governo de militares. Não deveria ter feito isso, pois dizem que militar não sabe governar! Vejamos o disparate: em 2012, o Exército reformou, dentro do prazo, um aeroporto paulista e no final ainda devolveu 150 milhões de reais aos cofres públicos. Não deveria, pois, desmoralizou o governo da época! O capitão deixou o STF deitar e rolar, enviou muito dinheiro para os estados prefeituras.

Vários governadores e prefeitos fizeram a festa. Com essa “estratégia safada”, o capitão deixou seus eleitores e admiradores furiosos, houve uma revolta contra os que tiraram a autoridade dele e contra os que usaram de forma criminosa o dinheiro da saúde. Ora, jogar o povo contra essa “boa gente”, que vexame! Seus inimigos também o culpam por todas as mortes, pois, ninguém mais, no Brasil, morreu ou morre de quaisquer outras doenças, apenas: covid! Tudo culpa do capitão! Que tristeza! É muito erro!

Professor Luiz Guilherme Winther de Castro – Carmo do Rio Claro/MG


Fico revoltada quando leio notícias a respeito da Vale falando de seu valor de mercado, de seus lucros bilionários. E penso nas vítimas das duas tragédias que a empresa provocou. Como ficaram a sua responsabilização e a indenização às famílias? Parece que as vidas humanas não têm mesmo valor.

Rita de Cássia Guglielmi – São Paulo/SP