Do Leitor

Municípios

3 de julho de 2021

O município é a célula fundamental da vida política do país. A Democracia, em nível nacional, começa pela Democracia em nível municipal. A opinião do povo sobre Presidente, Governadores, deputados, senadores, é formada, em grande parte, através da imprensa. A opinião sobre os candidatos às Prefeituras e às Câmaras Municipais resulta de uma observação direta. A imprensa influi na formação do juízo popular sobre os que desejam exercer mandatos municipais. Mas a palavra final cabe à consciência dos munícipes. Em razão da importância política do Município, as eleições para a escolha dos Prefeitos e Vereadores são extremamente sérias.

João Baptista Herkenhoff – Vila Velha/ES Email – [email protected]


Gilmar afronta a Nação

Enterrar a Força-Tarefa, da Lava Jato, infelizmente, contou também com ajuda de vários dos ministros do STF. E o principal beneficiário um formador de quadrilha que afanou o Brasil, como ex-presidente Lula da Silva. Porém se as nefastas decisões anteriores do STF, contra decisões do ex-juiz Sérgio Moro, indignaram o País, o que dizer então desta decisão desta quarta-feira, 23, em que o ministro Gilmar Mendes, afrontando a Nação, estendeu os efeitos da declaração de suspeição de Moro, a outros dois processos envolvendo Lula, como do sitio de Atibaia (SP) e o do terreno para sede do Instituto Lula. Na pratica, esses processos voltam a estaca zero! Ou serão decididos no dia de “São Nunca” …Ou seja, esses fatos citados acima, destroem o nosso sonho, e esperança de ver esse Brasil, priorizando a ética nas nossas instituições…

Paulo Panossian – São Carlos/SP E-mail: [email protected]


Senador bandido

Em alguns de seus discursos, o presidente Bolsonaro vociferou, mais de uma vez, que na CPI dos senadores existem sete “bandidos”. Estranho é que, até o presente momento, nenhum dos senadores que fazem parte da referida CPI se levantou ou se manifestou no sentido de cobrar de Bolsonaro quem são estes senadores ou, muito menos, processá-lo por leviana afirmação. Será que, naquela CPI, existem mesmo, sete “bandidos”?

Artur Topgian – São Paulo/SP