Do Leitor

Liderança

9 de outubro de 2021

O Brasil poderia voltar a se perceber como líder na causa das mudanças climáticas, se prometer na COP-26 a finalização imediata dos desmatamentos e queimadas na Floresta Amazônica e no Cerrado, projetos de reflorestamento e a condição de carbono neutro num prazo de dez anos. É factível e não representaria mais que o desempenho de responsabilidade pelas condições de sobrevivência da humanidade. O Brasil seria aplaudido.

Harald Hellmuth – São Paulo/SP

Orgulho do nosso país

Quando os Estados Unidos da América estavam bombardeando o Iraque, mataram milhares de mulheres e crianças, a ONU não se manifestou. Agora, só porque Bolsonaro apareceu com um menino com a farda e uma arma de brinquedo virou essa falácia da oposição e da ONU. O Brasil não precisa andar a reboque de país nenhum. Nenhum país do mundo tem a riqueza que temos.

Ivan Print – Itabira/MG

A força do agronegócio

É intriga da oposição que o agronegócio avançou devido ao uso do cerrado e desmatamento para ampliar a área de produção. Eu vejo diferente. O agronegócio desenvolveu. Cresceu, manteve o Brasil de pé e alimentou o mundo com nossas exportações, quando o mundo semiparalisou e o restante do Brasil quase estagnou devido à pandemia e também por alguns governadores com seus lockdowns, prejudicando o comércio e empregos. Outro detalhe que fez o agronegócio deslanchar foi colocar em prática as importantes pesquisas da Embrapa e, o mais relevante, a paz no campo. Era assustador o movimento dos sem-terra, altamente prejudicial com suas nocivas invasões e destruições com impunidade garantida. Desde 2019, nossos agricultores, avicultores e pecuaristas trabalham sem ser molestados. Daí o sucesso do agronegócio com o mínimo de desmatamento.

Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha/ES