Do Leitor

Dia Internacional da Mulher II

8 de março de 2021

A ideia de celebrar um Dia da Mulher surgiu nos primeiros anos do Século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto”.

Dizem alguns: as mulheres já conquistaram muito. Mas que nada… A igualdade entre as pessoas é um direito que vale tudo e muito mais. Dia 8 de Março celebra-se o grande bem que Deus deu à humanidade: a M U L H E R. Na história da humanidade, o gênero feminino sofreu processos de preconceitos e discriminação.

Entretanto, nas últimas décadas, com a valorização das discussões e ações em torno dos direitos iguais para todas as pessoas, o tema dos direitos e do respeito à mulher veio à tona com força. A mulher dispõe de muitos fatores positivos a seu favor: ela tem o poder da criação, ela detém a força da maternidade, do aleitamento da criança, do amor incondicional. Os opostos se completam: a noite – o dia, a vida – a morte, o homem – a mulher.

Ela pode se tornar forte, decidida e invencível (quando quer) pela sensibilidade, percepção e intuição. Viva a mulher! Viva, todos os dias, todas as horas, todos os minutos e todos os segundos, porque a mulher é e sempre será mulher em todo o tempo! Estes vivas valem a pena. Mulher sabe o que é o amor pelo romantismo, pela paciência, pela meiguice, pela sensualidade, pela elegância, pelo charme, pela beleza de ser mulher e pela inteligência.

Eu fui premiado por grandes mulheres: Nega (minha mãe), Stelinha (minha esposa), Fernanda (minha filha), Denise e Cristina (minhas noras), Mariana, Olívia e Camila (minhas netas), Lucélia, Tianinha, Marli, Maria do Rosário e Antônia (minhas irmãs. Vale muito, e como, as mulheres Carminha, Cida, Zirinha e Dircélia (minhas cunhadas), as mulheres minhas amigas, e em especial a primeira mulher eleita prefeita de minha terra em toda a história da histórica Jacuí: “Maria Conceição dos Reis Pereira”.

Fernando de Miranda Jorge – Jacuí/MG


Capital social

A inabilidade política do ser humano no Brasil, notadamente, demonstra-se exacerbada: percebe-se um processo de desumanização crescente com o aumento da gravidade da pandemia.

Bruno Fernando Riffel – Araxá/MG