Do Leitor

Deus, salve nosso nome

18 de Maio de 2020

Existe um pensamento, não sei a origem e nem em que época foi criado, que afirma que o nosso nome é a coisa mais sagrada que temos e, que por conta disso as pessoas que se prezam lutam sobremaneira para preservá-lo.

Dizem que quem tem um bom nome dispensa apresentação de documentos, tamanha importância que se dá àquele que ao longo da vida soube construir seu nome de maneira sólida como uma rocha, que nem a ferrugem e nem a traça são capazes de corroer.

Existem alguns argumentos que nos auxiliam na construção desse patrimônio pessoal, sendo os mais relevantes, o caráter e a honestidade, dentre outros importantes atributos que perfaz um homem de bem. Logo, e como não poderia ser diferente, a falta dessas qualidades acima, permite a construção da imagem daquele que não faz questão de preservar o nome, até por imaginar que tudo se resume em levar vantagem aqui na terra.

Algumas pessoas, evidentemente maledicentes e de baixo nível moral, por razões inferiores, tentam denegrir o nome das outras pessoas, utilizando para isso, falsas informações geralmente fruto da própria demência ou buscam em fontes de índoles ainda piores que as próprias.

Isso acontece até com uma certa frequência, mas não pode nos abater, porque quase sempre se tratam de pessoas com passado comprometido que tentam nivelar por baixo a fim de não permanecerem sozinhos na escuridão dos seus flagelos.

Quando isso ocorre, o homem de bem silencia-se e aguarda a preciosidade do tempo colocar tudo em seus devidos lugares sem que haja a necessidade de um confronto se quer, afinal os atributos do homem de bem, como já dissemos, nem a ferrugem nem a traça corroem. Deus, salve nosso nome.

Carlos Valente – Passos/MG

Voos mais altos

O vice-presidente Mourão cresceu, a meu juízo, após seu lúcido e equilibrado artigo “Limites e responsabilidades”, publicado nesta Folha na edição de sexta-feira, credenciando-se para voos mais altos.