Do Leitor

12 de junho…

12 de junho de 2021

Tudo começou quando o Criador percebeu a tristeza, a solidão de Adão. Deus fê-lo dormir e de suas costelas criou então a mulher para ser sua companhia. Adão gostou muito, encantou-se, Eva era perfeita. Agora tinha alguém prá conversar, passear, curtir o paraíso e descobrirem-se. Namoro aceito.

O amor sempre despertou os sentimentos mais sublimes. Romancistas como Shakespeare o descreve em Romeu e Julieta; José de Alencar narra o romance entre Peri e Ceci; Mogli, o menino lobo, abandona a selva extasiado pela figura de uma menina.
O namoro, a paixão aparecem em trechos de músicas como: “ o amor é bom. Não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece”, “Vou caçar mais de um milhão de vagalumes por aí prá te ver sorrir”, “ Você prá mim é tudo. Minha terra, meu céu, meu mar’. “ Estou pensando em você, pensando em nunca mais te esquecer”, em”…e é só você que tem a cura pro meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto, de tudo que eu ainda não vi, “ fala sobre o amor platônico – impossível, proibido, fora da estação, assim … “ quase sem querer” mas ao infinito e além..

12 de junho é o dia dos Namorados. Colado com o dia 13, dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, por motivos óbvios. Nos EUA, em 14/02, tem o Dia de São Valentim (Valentine’s Day) esse que lutou contra a proibição do casamento no fim da idade média. Mais do que trocar presentes, chocolates e flores ou fazer declarações de amor, no Dia dos Namorados demonstramos nossa vontade de estar juntos, construir e compartilhar, de viver e enfrentar unidos tudo que a vida oferece. Força Sempreeh!

Jorge Moreira Maciel – Passos MG E-mail: [email protected]

Migalhas ao povo

A verdade nua e crua é que a maioria esmagadora dos políticos quer o poder apenas para satisfazer as suas necessidades, de sua família e de seus amigos. Se sobrar um tempinho (e nunca sobra) e algum dinheirinho (também nunca sobra), aí, sim, atiram os farelos ao povo. O resto é papo pra boi dormir. São os velhos discursos de bem comum, de ajuda aos mais pobres, de nacionalismo, educação, saúde, etc., etc. Enganem-nos que nós gostamos!

Armando Bergo Neto – Campinas/SP