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Moda roubada

Modelo da Fleche d"Or, marca que estará na BH-à-Porter./ Foto: Marcio Rodrigues.

BLOCO DE MODA – Wagner Penna

Como em outros setores do comércio, o varejo de moda também sofre com ação de bandidos que furtam produtos das lojas. Embora, no Brasil, as ocorrências sejam em maior número, o ‘fenômeno’ é mundial. Um exemplo disso, são os roubos relâmpagos – combinados por turmas de arruaceiros através das redes sociais e realizados em cidades da Califórnia, nos Estados Unidos. O foco são roupas de grifes famosas, com prejuízos de mais de U$ 1 milhão em apenas uma semana.

Por aqui, há relatos de ladrões noturnos surrupiando vestuário de norte a sul do país, com destaque para a região do Brás, em São Paulo, onde se concentra a maior parte do comércio popular de roupas no vizinho estado. O mesmo ocorre em outros centros produtivos e/ou vendas de moda, caso da região do Prado, em BH, onde os bandidos atuam até em plena luz do dia nos showrooms. Os polos de moda do interior mineiro também não escapam do assunto.

Resumo da ópera: com o relaxamento das leis para punir os bandidos, nosso tecido social e produtivo vai corroendo, com risco de provocar um efeito dominó danoso e inevitável desfecho trágico para todos.

VAIVÉM

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PONTO FINAL

Em junho teremos os Jogos Olímpicos em Paris. Como é a capital da moda mundial, o setor não poderia ficar de fora. Por isso mesmo, um grande evento será realizado na cidade em praça pública, com desfile, malabaristas, performance de roqueiras e mil outras atrações com pegada fashion. A festa foi proposta pela Vogue que, assim, reforça seu marketing global em momento de baixa das revistas de moda em todo o mundo.

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