Streaming está com tudo no Brasil

19 de fevereiro de 2020

O mercado brasileiro de streaming está acirrado. Após a consolidação da Netflix, várias empresas começaram a se acotovelar para buscar um lugar ao sol. Já é possível assinar serviços como Prime Video, HBO Go e Apple TV+, enquanto Disney, Warner Bros. e Universal preparam o terreno. E apesar dessa briga de gigantes estrangeiros, serviços de streaming brasileiros tentam fisgar o público com conteúdo nacional, exclusivo e diverso.

Hoje, as plataformas verde-amarelas disponíveis para assinatura quase enchem duas mãos inteiras. Serviços como Globoplay, Telecine, Spcine Play, Looke, À La Carte, Lumine e PlayPlus produzem, importam e compram direitos de conteúdos que conversam com o seu público e, de alguma forma, não estão disponíveis em streamings estrangeiros. Assim, essas empresas usam o seu conhecimento de mercado local como uma carta na manga.

“Independentemente da empresa que está por trás, os streamings brasileiros possuem uma imensa desvantagem financeira na briga por mercado, conteúdo e publicidade”, explica Ítalo Tutóia, pesquisador em mercado de vídeo sob demanda. “No entanto, geralmente, são empresas que entendem mais o perfil do brasileiro do que as estrangeiras. Curadoria de conteúdo aliado a produções exclusivas parrudas devem colocar os nacionais na briga.”