Leitor: Pro Gugu também

30 de novembro de 2019

Já que a Câmara de Passos está promovendo uma farta distribuição de homenagens, denominando ruas e praças, tenho mais uma sugestão: vamos dar nome a uma delas de Gugu Liberato?

José Antonio – Passos/MG

AI 5

Manifesto aqui que, como cidadão comum, que tenho mais medo dos atos e fatos dos senhores, ou seja, de deputados e senadores, com algumas exceções, além do STF, que não representa a nata do corpo jurídico brasileiro, salvo, também, exceções, do que do AI5, sob o qual eu vivi muito bem, nunca fui molestado, desenvolvi meu trabalho sem nenhuma interferência, prestei concursos, fui aprovado tendo como padrinho Jesus Cristo.

Tenho na figura dos políticos pessoas defendendo o próprio interesse e nada de pensar na nação. Haja vista os últimos governos que deixaram como herança um fardo muito pesado para o povo pela má gestão.

A eliminação dos municípios conforme proposto pelo Sr. Ministro da fazenda contraria os interesses dos políticos porque perderiam próximo de 12.000 cabos eleitorais, entre prefeitos e vereadores, Aliás, estes além da condição constitucional servem à Pátria ou só à própria Pátria?

Os políticos estão, pois, só vendo só os seus próprios interesse e os da Nação que sejam deletados.
Os olhos da grande parte dos políticos só se voltam para os próprios interesses e discursam como se o povo acreditasse em suas palavras.

Convido-os a fazer uma pesquisa nacional para saberem como são amados e admirados pelo povo, pois estamos muito cansados de discursos, panelinhas, clubinhos, etc., tudo contra a Pátria desamada.

Prof. Aécio Flávio Lemos – Passos/MG 

Provas contundentes

São impressionantes, se não forem ridículos, os argumentos usados pela defesa do ex-presidente Lula. As provas em que se basearam os juízes do TRF-4 para a condenação são reais e contundentes. A defesa em nenhum momento as contestou, mas quer anular a condenação recorrendo a filigranas tais como a ordem de fala dos acusados, o uso de cópias de textos de outros processos e até a suspeição do juiz que o condenou na primeira instância, por entenderem que ele foi parcial, apesar de este ter usado estas mesmas provas que fizeram os juízes de agora aumentarem a faixa da pena de 12 anos para 17 anos.

Abel Pires Rodrigues – Rio de Janeiro/RJ