Leitor: Pista no Glória

16 de novembro de 2019

Quero parabenizar e agradecer a Prefeita da cidade de São João Batista do Glória, a Sra. Nilva, por construir em benefício da população mais uma pista de caminhada, situada no Bairro Residencial Rio Grande próxima da reserva florestal e também por restaurar a galeria pluvial, organizando o escoadouro de água na Rua Otávio Gomes dos Reis, também no Bairro Residencial Rio Grande. Nota -se a preocupação do executivo municipal investindo na saúde da população, visando de melhorar a qualidade de vida das pessoas que moram na cidade.

Hélio de Lima Júnior – São João Batista do Glória/MG 

Lula liberto

O cara é o “mais honesto” deste país, tem dezenas de advogados, mas foi mais fácil mudar a lei do que provar sua inocência.

Moisés Goldstein – São Paulo/SP

Em defesa de Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro em momento algum pregou a volta do AI-5, ao menos nos moldes do que foi durante o regime militar. Na verdade, ele quis dizer o seguinte: se continuar essa pouca-vergonha, essa bandalheira, essa podridão que grassa em nosso Congresso, com reflexos no Supremo Tribunal Federal (STF), muito em breve será necessária uma medida forte apoiada pela grande parte, a maioria, da população, que já se encontra cansada de tantos desmandos e roubalheiras. Aliás, um novo AI-5 é o sonho dessa esquerda perniciosa para que volte a 'lutar pela democracia' para depois se refastelar em polpudas indenizações e aposentadorias. Ouvimos todos a cantilena da grande mídia, dos formadores de opinião, de artistas, dos ditos intelectuais, profissionais liberais, estudantes, mas se esqueceram de consultar o que pensa aquela grande massa da população, principalmente os maiores de 55 anos que vivenciaram aquele período, sobre o regime militar. E sem o papo de tortura, por favor. Acredito que teriam uma enorme surpresa.

Paulo Roberto Assis Lima – Belo Horizonte/MG

Como na várzea

O presidente Jair Bolsonaro agiu exatamente como se fazia no passado quando jogávamos num time de várzea: por não nos deixarem jogar num determinado time, o interessado nesse objetivo comprava uma bola, um jogo de camisas, estipulava um nome e montava sua própria equipe, e o primeiro a ser escalado era ele mesmo, depois escolhia os outros para fazerem parte do time.

Angelo Tonelli – São Paulo/SP