Leitor: Outdoor

14 de janeiro de 2020

Outdoor

 

O Estado do Minas Gerais em péssima situação financeira, com os servidores recebendo seus salários, aposentadorias e pensões com atraso, com o Ipsemg em dificuldades para atender quem precisa de tratamento em saúde, os municípios sem os devidos repasses do governo, mas tem deputado torrando nosso dinheiro com outdoor espalhado em pontos estratégicos da cidade, vangloriando-se de sua (duvidosa) atuação parlamentar.

 

O interessante é que sempre usam a saúde, especialmente o hospital do câncer, para colher frutos eleitoreiros.

 

Enquanto deputados torram a grana obtida pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais através do orçamento estadual, que é feito com base nos impostos que pagamos, como o ICMS da energia elétrica e dos combustíveis, que é o mais caro do país, nossa cidade mais parece uma daquelas cidades inglesas ou francesas ao término da Segundo Guerra mundial, com ruas esburacadas e tomada pelo mato (até nas praças, parquinhos infantis, jardins de postos de saúde, quadras esportivas).

 

É ou não é irônico isso?

 

Ah, e nem falei do nosso dinheiro que a Prefeitura torra com propaganda no rádio.

 

C.H. Maia – Passos/MG – E-mail: carloh.maia@yahoo.com

 

Escuridão

 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que “ler jornal envenena”, lembrando o ex-presidente Lula, que afirmou que ler jornal lhe dava azia. Estão ambos muito equivocados, pois sem sombra de dúvidas a função de um jornal é de suma importância, tanto que por intermédio deles é que somos informados, esclarecidos, alertados sobre tudo o que ocorre que é de alto interesse da população. Sem eles, ficaríamos em plena escuridão dos acontecimentos, fatos e ocorrências do nosso dia a dia, o que na realidade é o que desejam pessoas como os dois presidentes, para assim terem eles total liberdade de ação, sem questionamentos, sobrepondo-se a qualquer rejeição.

 

Angelo Tonelli – São Paulo/SP

Desconto para as igrejas

 

Proposta quer dar subsídios às contas de luz das igrejas para obter apoio e votos dos crentes. Como ateu, eu discordo. Religiões são como times de futebol, onde cada um torce para um. Não há provas da existência de deuses. Quando se vai a uma loja, se paga, mas se leva mercadorias para casa. Quando se vai a um templo, se paga e só se leva blablablá. Quem pagou banca a construção de capelas, igrejas e catedrais, o aluguel de horas de emissoras de TV, o sustento de padres, pastores etc. Se tem computador, entre no site da Google e pesquise: deuses romanos, egípcios, gregos, hindus etc. Ficará abismado como número de deuses. Há também centros espíritas, videntes, pais de santo… religiões são criações de espertalhões para tomar o dinheiro dos crentes. Tô fora.

Mário A. Dente – São Paulo/SP