Leitor: Fundo eleitoral

10 de dezembro de 2019

Um descalabro inominável o Congresso Nacional brasileiro aumentar o fundo eleitoral de 2 bilhões de reais para 3.8 bilhões, retirando 500 milhões da saúde, outros milhões da segurança, educação, saneamento, transportes e demais serviços públicos essenciais. Somos um país em crise e não é justo que financiemos campanhas políticas para cidadãos que apenas buscam receber os maiores salários e benefícios da sociedade.

Infelizmente somos a nação de uma maioria idiotizada e alheia, caso contrário o país pararia harmoniosamente até o restabelecimento da sonhada ordem e das necessárias reformas.

Daniel Marques – Virginópolis/MG

Crise no Cruzeiro

O que fizeram com o tradicional clube do Barro Preto, um dos mais consagrados do país, outrora com seu futebol-arte, ou ainda, a ex-famosa Academia do Barro Preto? Quem se lembra?

E agora, o que dizer desses falastrões, falsos dirigentes, que estariam melhor dirigindo, talvez, equipes da várzea de Santo Hermínio do Antão, se é que existe? E esses mercenários forasteiros, picaretas, todos ex-jogadores, amantes dos chinelinhos e das noitadas molhadas a bons vinhos, cachaça e cerveja? O clube, mal administrado por ex e atuais presidentes e diretores, surrupiado, vergonhosamente assaltado, dilacerado diante da opinião pública e da mídia nacional, vive agora seus piores momentos em toda a sua existência. A Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro vai afundar-lhe ainda mais, chafurdará de forma consistente e não verá horizontes azuis em curto tempo.

Faltarão patrocinadores de peso, verbas publicitárias adicionais serão redirecionadas para outras equipes. E terão que repensar sua história. Um castigo para sua torcida fiel, que nunca poupou esforços para fazer rendas maravilhosas, e todas mal direcionadas ou, como queiram, roubadas à luz do dia.

Como fazer um clube estrelado perder todas as suas estrelas, caídas uma a uma? Pergunte aos ex e atuais presidentes, conselheiros, diretores. Perguntem, também, aos mercenários zumbis que chamam de ‘atletas’. Somente eles têm a receita nefasta.

Gege Angelini – Belo Horizonte/MG

Campanha no judiciário

Na semana que passou, o ministro Gilmar Mendes, afirmou que prender demais é fornecer mais pessoal para o crime organizado. Acontece que 40% dos presidiários do País não foram julgados nem em primeira instância e, tecnicamente, não deveriam estar presos. Seria melhor se este senhor fizesse uma campanha para que o Judiciário funcionasse melhor. Daria mais certo.

Aldo Bertolucci – São Paulo/SP