Leitor: Estou de luto

12 de novembro de 2019

O Brasil está mais próximo da miséria imitando a Argentina. Esta foi, há poucas décadas um dos países mais ricos do mundo. Nessa fase próspera, foi governado por um Lula chamado Peron. Este gastou a riqueza nacional em benesses para o povo, na busca de votos e na luta pela permanência do poder. Planou em solo que não produziu riqueza. Foi sucedido por sua esposa, Evita, que conquistou o trabalhador via benesses que não eram revertidas em prosperidade. Alguma coincidência com o Brasil?

Aqui, aplicamos nossas riquezas em obras que não darão retorno ao Brasil mas sim a países notoriamente de esquerda e com um histórico de calotes. A conta fica para os brasileiros.

Estamos mais pertos de Cuba, onde o papel higiênico é um bem de luxo. No famoso programa Mais Médicos o Brasil pagava cerca de dez mil dólares mensais, por médico, e este recebia uma ridícula parte desse valor. O Estado ficava com a parte do leão.

A Venezuela, ontem riquíssima, hoje ostenta o caos social e o regime só sobrevive pelo apoio interesseiro da Rússia e da China, ou seja, pela força às custas da miséria de seu povo.

A Bolívia vive a miséria latino-americana.

O Chile, o país mais europeu na América “latrina” vive os problemas das diferenças de classes sociais. Lá, inclusive, têm uma tribo de bravos guerreiros que não aceita o bi-centenário do domínio espanhol. Um povo de garra e que sabe o que quer e luta por seus objetivos. São os mais patriotas da América Latina.
A cada dia a pobreza cultural, intelectual e material mais abraça o povo brasileiro iludido com o futebol a cerveja e as novelas que nada criam, exceto imoralidades em sua maioria. A classe política agradece a ignorância e quer que assim permaneça para que inutilidades humanas continuem a ocupar as câmaras de vereadores, deputados, o senado e, hoje, o STF. São, respeitadas as poucas exceções, incompetentes nos lugares errados. Todavia, essa união de inutilidades faz o bolo da força dominadora da nação brasileira. E o país continua caminhando para o caos…
Tenho filhos residindo em países respeitáveis como o Canadá e a Irlanda, onde poderíamos nos espelhar, além de outros onde vivi e conheço bem, mas essas culturas e civismo não estão ao alcance da massa política da pobre nação brasileira. Lá a população culta não pode ser roubada como aqui, onde floresce a ignorância dos cidadãos que vestem até roupas de cultura.

Prof. Aécio Flávio Lemos – Passos/MG 

Aqui é assim

O jornal Inconfidência assim publicou: “No Japão, o corrupto se mata; na China, é morto; na Itália, é preso; no Brasil, concorre às eleições”.

Luiz Bianchi – São Paulo/SP