Leitor: Como essa gente sobreviveu, hein?

2 de janeiro de 2020

A candidatura de Jair Messias Bolsonaro foi massacrada, mas, de nada adiantou. O capitão do Exército Brasileiro venceu. Se foi expulso do Exército ou convidado a sair, não importa, ele está de bem com o Exército e nós nos livramos de um comunista fanático.

 

O homem venceu democraticamente e não com suspeitas de fraudes, como aconteceram em eleições passadas e cujas investigações, se é que existiram, nunca produziram nada.

A urna eletrônica não tem consenso geral sobre a sua validade e honestidade. Acredita-se, até, que possa ser manipulada. Na última eleição, se houvesse manipulação, o capitão não teria ganhado. Se já aconteceu antes, dessa vez não conseguiram fraudar as urnas, talvez uma ou outra, quem sabe! Jamais saberemos!

Estão cobrando o capitão constantemente e os raivosos esquerdistas não conseguem ver nada de bom no governo, só enxergam desgraças. É comum ver na mídia opiniões contando a história do Brasil como se nada de bom tivesse acontecido no país. Tudo que se fez até hoje, nada prestou, foi tudo errado. O país inteiro foi enganado sistematicamente, não houve nenhum desenvolvimento, nenhum progresso, a educação (escolaridade) sempre foi uma droga, enfim, apenas opiniões catastróficas.

Francamente, não sei como tais “analistas” sobreviveram até hoje num país tão desastroso, sendo que, muitos são profissionais de várias áreas, inclusive escolar. Mas, nenhum deles pretende morar em Cuba, Coreia do Norte, China e outros paraísos comunistas. Convites, eu acho que não faltam!

Luiz Guilherme Winther de Castro – Carmo do Rio Claro/MG 

Brasil da era Moro

O jornalista e articulista do Estadão, J.R. Guzzo, em seu artigo com titulo “Um outro Brasil”, presta uma justa homenagem pelo legado deixado como de ex-juiz implacável, ao, hoje, Ministro da Justiça, Sérgio Moro. Já que aquela orgia regada a impunidade de gente criminosa e corrupta chamada de colarinho branco praticamente chega ao fim com o magnifico trabalho da Força Tarefa, sob o comando de Sérgio Moro. Como enumera Guzzo, no qual foram condenados 385 magnatas brasileiros, e aplicados 3.000 mil anos de prisão, e devolvidos aos cofres públicos R$ 4,5 bilhões. E que não há nesta operação vitoriosa nenhum inocente ou trabalhador punido. Foram para cadeia, além do chefe da quadrilha como o ex-presidente Lula da Silva, governadores, políticos, e donos e diretores das maiores empresas deste País. E esse legado de combate a corrupção, felizmente, veio para ficar. Mas, foi com a atuação primorosa da nossa imprensa, hoje, infelizmente, odiada pelo inconsequente Jair Bolsonaro, é que se angariou um apoio maciço da população a Lava Jato, como jamais visto na história deste País. E coroando esse artigo, Guzzo, assim encerra, “Sérgio Moro deu ao Brasil uma chance de ser um País civilizado!

Paulo Panossian – São Carlos/SP