Do Leitor

13 de novembro de 2019

“Soyons sérieux…” – Fiquemos sérios!

Já que o filho do nosso Presidente nos ameaçou com a volta do AI 5, vou propor uma solução milagrosa que não vai agradar (especialmente ao que escreve estas linhas que já tem 84 anos! )

Para solucionar os problemas do INSS, das aposentadorias. equiparar as aposentadorias às leis de transito: ninguém pode ultrapassar os 80. O dia do aniversário de 80, o Estado aplicaria ao interessado uma injeção legal (desculpe, letal).

Na China comunista, quando uma pessoa era condenado a morte e executado, parece que o Estado cobrava da família o preço da bala. Mas aqui, acho que o Estado está em condição de assumir o preço da injeção!

Não gostaria que fosse adotada essa proposta, pois com meus 84 anos faço voto que continue recebendo a aposentadoria por
alguns tempos.

Pierre Bedouch – Passos/MG
E-mail: p.bedouch@uol.com.br

 

Liturgia

Há alguns dias vimos o ministro Marco Aurélio Mello exigir a liturgia a uma advogada que usava o tratamento prosaico de “vocês” ao se referir aos ministros do Supremo.

Quando vejo o indiciado Lula, agora libertado graças aos entendimentos do STF, usar o seu discurso para tratar o ministro da Justiça do Brasil de “canalha”, impunemente, me pergunto onde está a liturgia do ministro Marco Aurélio. E a do País.

José Alberto Nemer – São Paulo/SP

 

Em defesa de Eduardo

O deputado Eduardo Bolsonaro em momento algum pregou a volta do AI-5, ao menos nos moldes do que foi durante o regime militar. Na verdade, ele quis dizer o seguinte: se continuar essa pouca-vergonha, essa bandalheira, essa podridão que grassa em nosso Congresso, com reflexos no Supremo Tribunal Federal (STF), muito em breve será necessária uma medida forte apoiada pela grande parte, a maioria, da população, que já se encontra cansada de tantos desmandos e roubalheiras.

Aliás, um novo AI-5 é o sonho dessa esquerda perniciosa para que volte a ‘lutar pela democracia’ para depois se refastelar em polpudas indenizações e aposentadorias. Ouvimos todos a cantilena da grande mídia, dos formadores de opinião, de artistas, dos ditos intelectuais, profissionais liberais, estudantes, mas se esqueceram de consultar o que pensa aquela grande massa da população, principalmente os maiores de 55 anos que vivenciaram aquele período, sobre o regime militar. E sem o papo de tortura, por favor. Acredito que teriam uma enorme surpresa.

Paulo Roberto Assis Lima – Belo Horizonte/MG

 

Lula liberto

O cara é o “mais honesto” deste país, tem dezenas de advogados, mas foi mais fácil mudar a lei do que provar sua inocência.

Moisés Goldstein – São Paulo/SP

 

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