Do Leitor: Oh Minas Gerais

19 de fevereiro de 2020

Para contragosto de muitos, eu digo que, embora seja mineiro, Minas é um estado cruel.
A energia elétrica é muito mais cara que no Estado de São Paulo.

O ICMS é acima do estado vizinho.

No estado vizinho temos, por exemplo, estrada duplicada, bem sinalizada, pistas separadas por mureta, por exemplo, entre Franca e Itirapuã, em direção a Minas, com aproximadamente 25 kms., sem pedágio. Aqui, temos o caminho Passos-Itaú, cujo nome não pode ser “rodovia”, pois não oferece a segurança de uma rodovia, e vive em reformas por não fazerem nada definitivo e sem boa sinalização, sem muro protetor entre as pistas, pedageada.

Em resumo, com impostos mais altos, energia mais cara, estradas piores, o famoso CPV, ou seja, o custo do produto vendido fica mais alto, fazendo com que o mesmo importe financeiro usado para compras em Passos, compre uma quantidade bem maior nas cidades no estado vizinho.

O IPTU de meu imóvel residencial em Passos é 50%, aproximadamente, maior em valor, do que meu imóvel, de maior valor venal, em cidade do estado vizinho, ou seja, R$512,52 contra R$1.146,44 em Minas.

Lá tenho orquestra sinfônica, com concertos gratuitos, banda de música na praça, bom policiamento, bons shoppings, praças com boa frequência e segurança e ruas sem crateras. Em Minas já tive em 90 dias 3 pneus cortados e sabe-se lá o estado da cambagem, rodas, etc.

Tudo fruto de gestões ineficientes, ineficazes, incompetentes e desonestas.

Daqui a alguns meses votaremos. Tenho medo de continuar a escolher pessoas que não têm competência gerencial, tino administrativo e que só estão a procura de um bom emprego.

Muitas crianças pobres serão abraçadas, beijadas e promessas serão feitas como nas eleições anteriores, mas tudo continuará como d’antes no quartel de Abrantes.

Prof. Aécio Flávio Lemos – Passos/MG

Autoria dos crimes

 

Os anos passam e a mesma pergunta se repete em vão, mudando apenas o nome das vítimas: quem mandou matar P.C. Farias, Celso Daniel, Marielle Franco, Adriano da Nóbrega?

J. S. Decol – São Paulo/SP