Do Leitor: Banca de jornal e revistas

6 de março de 2020

Eu vou, por que não? Sempre fui às bancas, do Zezinho, na Praça Leonardo Gutierrez, e na do Fausto, na Avenida Francisco Salles com a Avenida Assis Chateaubriand em Belo Horizonte: os jornais do dia e as revistas semanais e mensais, além das coleções, figurinhas e álbuns encomendados pelos meus filhos. Na banca do Fausto ainda havia os descontos de cheques fora do horário bancário. Foi um período muito bom. Simplesmente, ir buscar o jornal, encontrar os amigos de todos os dias ali, atualizar as notícias (àquela época, pouca TV e computador, e nem pensar nos atuais celulares). Legal curtir as primeiras páginas dos jornais e revistas nacionais e internacionais diariamente. O jeito era estar nas bancas antes de sair para as tarefas do dia-a-dia, intensas corridas atrás dos negócios da Usiminas, Magnesita e Mangabeiras Imóveis.

O tempo vai e vem. E ficam as histórias na nossa memória. Mas, como tudo passa, a banca de jornal e revistas corre o risco de desaparecer. As bancas viraram shopping de calçada. Elas se reinventam para manter a clientela. A banca de jornal e revistas necessita de autorização do Prefeito para que possa funcionar em logradouro público, daí a importância da sua manutenção para o município, salvando-as onde elas existirem, como a banca do Dunga (Glória) em Jacuí.

Assim como as bancas, os jornais impressos nossos da região: seguram firmes, Nelson Duarte (Jornal do Sudoeste de SS do Paraíso), Vagner Alves (A Folha Regional de Muzambinho) e Carlos Parreira (Folha da Manhã de Passos).

Fernando de Miranda Jorge – Jacuí/MG 

Vírus

Uma Drogaria na Vila Quintana, São Paulo (SP), está vendendo uma embalagem de 50 máscaras cirúrgicas por R$ 70. Antes da ameaça do coronavírus, essas máscaras custavam cerca de R$ 6. São os urubus do comércio aproveitando para roubar o povo sem nenhum tipo de constrangimento.

Ademir Valezi – São Paulo/SP