Do Leitor: A reforma administrativa

28 de janeiro de 2020

A reforma administrativa

Após a tão penosa reforma da previdência, o próximo arranjo do Governo Federal será a reforma administrativa, que em breve será encaminhada ao Congresso Nacional. Tal reforma impactará, de acordo com o Governo, uma economia de aproximadamente R$ 104 bilhões até 2030.

A expectativa do Governo Federal com tal reforma, além da economia prevista, é de melhorar o desempenho dos serviços públicos. Estes, por sua vez, são constantemente criticados pela população.

Mas, afinal do que se trata essa reforma? Segundo informações, a reforma administrativa trata-se de uma das Reformas do Estado. Sendo a administrativa voltada para a remodelação das carreiras do serviço público, realizando alterações quanto ao ingresso, as atribuições e a obtenção das promoções e vantagens estipuladas no plano de carreira.
Além disso, com a reforma administrativa, a avaliação de desempenho dos servidores públicos passará a ter um aspecto obrigatório e não mais uma possibilidade.

De fato, a avaliação de desempenho é necessária e vantajosa, para ambas as partes, todavia, é preciso que os órgãos públicos se moldem a essa realidade, visto que no âmbito da Administração Pública, existe uma carência quanto à capacitação dos servidores. Uma vez que, essa carência é resultante do pensamento da maioria dos gestores públicos, os quais insistem que a capacitação e desimportante e onerosa.

Neste sentido, o Tribunal de Contas de Minas Gerais publicou recentemente uma resolução acerca dos gastos com o aperfeiçoamento dos servidores públicos. Ele discorre que a Administração Pública dever ser pensado como um coletivo, assim é fundamental capacitar os seus servidores a fim de proporcionar um retorno satisfatório à população.

Como se não bastasse à posição do TCE/MG, Artur Lewis, economista britânico homenageado com o prêmio Nobel, enfatiza o saber dizendo que “Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido”.
Portanto, diante de um cenário, onde cotidianamente as pessoas cobram eficiência, transparência e geração de valor, é preciso ter em mente que gerenciar a coisa pública, é algo que requer, além de uma boa política, requer técnica.

 

Artistas feministas

José de Abreu criticou Regina Duarte por ter aceitado o convite para ser secretária nacional da Cultura do governo Bolsonaro. Sem entrar no mérito do governo (que não é o caso), cadê as feministas para defender a atriz, falando que ela tem o direito de fazer o que quer? E para chamar o ator de machista? Cadê as artistas mineiras, falando que a Regina Duarte pode defender o governo que quiser? Isso mostra que as feministas não defendem as mulheres, mas sua ideologia esquerdista, que, para elas, está acima de qualquer pessoa. Por isso, só se manifestam quando as vítimas seguem sua ideologia. No caso que falei, como o José de Abreu é o esquerdista, então ele pode criticar à vontade a Regina Duarte, e não fica como machista.