Do Leitor: A caserna na República…

5 de março de 2020

… ou a Repúlica da caserna?

Todos sabem que o atual governo pegou um país carregado de problemas. Desalojada a presidenta, o substituto, aliado de anos, tentou colocar o trem nos trilhos. Fez o que pode. Depois, foi eleito o governo atual. Democraticamente! O povo que o elegeu já não estava mais satisfeito com o que acontecia. Os anteriores haviam aparelhado o Brasil de forma criminosa, com corrupção e desmandos.

Como voto não nem cor, nem cheiro, só tem o “sabor” dos números, o atual presidente sabia muito bem disso. Mesmo se dizendo católico, aliou-se às igrejas cristãs não católicas que lhe proporcionaram boa quantidade de votos.

Saído do nosso glorioso Exército Brasileiro ainda jovem e por motivos que exploram até hoje, tornou-se político experiente e por cerca de vinte e sete anos conviveu no Congresso Nacional. Assim, ele conhece muito bem a sua antiga casa legislativa.

Como os seus antecessores aparelharam o Brasil para transformá-lo em propriedade particular, quiçá comunista, ele sabia que a única saída seria fazer um governo sério, honesto, forte e democrata, apesar de ser pichado de “fascista”. Quanto à palavra “forte”, podemos ligá-la às Forças Armadas. Os nossos militares de hoje não têm apenas as instruções e conhecimentos de caserna, de conflitos ou guerras. Uma grande parte deles frequentou universidades em várias áreas e profissões. Estão muito bem preparados. Daí, o presidente organizar o seu “Estado-Maior” não apenas com políticos, civis e técnicos, mas, com um bom número de militares de altas patentes e com capacidade para ajudar o governo na sua árdua tarefa. Acredito que a maioria seja da reserva. Digo árdua, pela enorme quantidade de perseguições que vem sofrendo. Todavia, denúncia de roubalheira no seu governo, até agora não se tem notícia. Bem diferente dos governos anteriores, hein!

Portanto, viva a Caserna na República ou A República da Caserna, como queiram! Não interpretem como provocação, pelo o que vejo na mídia em geral. Trata-se apenas de mais uma “opinião”, democraticamente falando!