Dia a Dia: Precisamos ampliar nossa perspectiva!

6 de fevereiro de 2020

Dando continuidade ao nosso assunto, seguimos com os três últimos conselhos para se conseguir sucesso, fornecidos pelo estudioso do comportamento humano Richard Templar.

08) Torne-se um diplomata. Ser diplomata no sentido da sociabilidade, ter habilidades de relacionamentos, saber compreender os outros e como tratar cada pessoa, pois, elas guardam diferenças entre elas. Tudo tem seus limites, isso não significa ser uma pessoa cheia de mesuras, de delicadezas excessivas, afetações desnecessárias. Basta ser educado, cortês, atencioso, saber ouvir, falar na hora certa e apenas o que se deve falar, enfim, ser civilizado no amplo sentido da palavra.

09) Conheça o sistema e tire proveito dele. Conhecer o sistema, o meio, a forma, entender o mecanismo em que está envolvido e saber tirar bom proveito, sempre pensando no conjunto, não apenas em si próprio. Para tanto, é preciso preparação, estudo constante, dedicação, empenho para aprender cada vez mais. A ciência, a tecnologia, os meios de produção, de comercialização ou mesmo de prestação de serviços evoluem constantemente. Jamais poderemos pensar que já sabemos tudo e que dominamos quaisquer conhecimentos completamente. Engano nosso, tudo evolui e devemos evoluir também, pois, de certa forma, somos máquinas vivas e pensantes. Mesmo os mais modernos robôs que possam existir são obras da inteligência e engenharia humana.

10) Saiba como lidar com a concorrência. Para lidar com a concorrência é preciso sabedoria. Há de se lidar com sinceridade, honestidade, atenção redobrada, pois, infelizmente, não generalizando, os truques, as malandragens, as enganações que acontecem no mercado são muitas. O empresário honesto, sério, consciente de sua atuação em benefício de uma sociedade, precisa ter um equilíbrio emocional muito grande para enfrentar a concorrência. Ele sabe que, além de visar lucros em seu negócio, também tem de arcar com várias despesas de sua família e ainda pagar empregados, que sobrevivem do trabalho que exercem. Principalmente aquela concorrência desonesta que, infelizmente, existe. Já afirmamos tal ocorrência, sem generalizar, é claro!

Diversos autores terão seus conselhos que, no frigir dos ovos, serão sempre quase os mesmos.
Passemos, agora, a descrever um pouco sobre a felicidade, que julgo ser muito mais importante que ter sucesso apenas. Eu não conheço nenhuma receita definitivamente eficaz para que uma pessoa possa se considerar totalmente feliz.

Vários filósofos, pensadores antigos, modernos e poetas tentaram e continuam tentando dar a sua definição de felicidade. Basta pesquisar e encontraremos várias definições e posicionamentos sobre o que possa ser o estado, a emoção, o sentimento de felicidade.

 

Francamente, eu não me arrisco a discutir, a contestar e nem mesmo querer entender profundamente o que dizem esses pensadores e poetas. Eu tenho certeza que eles têm lá as suas razões, os seus motivos, provavelmente até pelo que passaram ou passam na vida pessoal, particular.

Limito-me apenas a pensar e ter convicção de que seja possível ser feliz, pois, o sentimento, a vibração de estar de bem consigo mesmo vem da alma, do coração, do interior e na maneira de saber viver e se dar bem com o meio em que nós estamos vivendo, com tudo que acontece em nossa vida. Já falamos que nem tudo são flores, há os espinhos também, é preciso que saibamos nos desvencilhar deles, com categoria, com fé na nossa vida. Como diz a música: é preciso saber viver…

É preciso dar um “mergulho” para dentro da gente, autoanalisar-se, redescobrir-se e cair na real. Tal atitude pertence exclusivamente a cada um de nós. A pessoa que tiver dificuldade para “intrometer-se” dentro de si própria, ainda tem o recurso de procurar profissionais da psicologia, na sua maioria mulheres, para que recebam ajuda de como se descobrir, de como se entender como um ser humano e conseguir ser feliz, senão cem por cento, pelo menos quase. Necessitar de um profissional da psicologia ou mesmo da psiquiatria não significa que alguém esteja “fraco” dos miolos, mas sim, necessitando de ajuda para alguns problemas que acontecem na vida das pessoas.

 

LUIZ GUILHERME WINTHER DE CASTRO, professor de oratória e de técnica vocal para fala e canto em Carmo do Rio Claro/MG, ex-professor do ensino técnico comercial – formado no Curso Normal Superior pela Unipac.