Dia a Dia: Piadas

20 de novembro de 2019

O texto de hoje é sobre piadas que sempre estou escutando por essas esquinas da vida de pessoas amigas, e transcrevo essas a meu estilo.

A primeira é do Zé Trabuco em sua “venda”: homem sério, sistemático, o problema do Zé Trabuco era quando o filho do seu compadre Zico ia até a sua venda. Ao chegar, dizia palavras inconvenientes perto dos fregueses, principalmente quando lá havia mulheres. Pois bem, lá num certo dia, já cansado de passar vergonha na frente das mulheres, Zé Trabuco procurou ensinar ao Zeca como se portar quando lá tivesse mulheres.

 

Assim Zeca prometeu usar uma linguagem decente. Durante dias, Zeca foi até a venda, conversou e não foi inconveniente. Certo dia, a venda estava cheia de mulheres, e eis que chega ele. “Seu Trabuco, quero dois rolos de paper”. Zé Trabuco se tranquilizou: “E não é que o filho do compadre Zico seguiu meus conselhos, e não vai me envergonhar na frente das mulheres?” Zeca pegou os dois rolos de papel, despediu do Trabuco, das senhoras e saiu apressado, esquecendo de pagar. Já transpondo a porta, Zé Trabuco pergunta: “Zeca, o papel é pra marcar?” E a resposta veio em voz bem alta: “Não! È prá limpar a b…”

Uma de sogra: O sujeito chega ao veterinário com um cachorro pastor alemão e pede: ”Doutor, por favor, corte o rabo desse cachorro bem rente”. Eu não posso fazer isso, disse o veterinário. Ele é um pastor alemão. O dono do cachorro responde: ”Ou o senhor corta ou eu mesmo corto”. Intrigado, o veterinário pergunta por que ele quer fazer isso.

 

O dono do cachorro responde: “É que minha sogra está chegando de viagem e eu não quero nenhuma manifestação de alegria lá em minha casa”!

De portuga: os namorados, Manoel e Maria passeavam namorando, quando uma gaivota bombardeia a cabeça do Manoel. Ele pede então à Maria: Querida, podes arrajaire um pedacinho de papel higiênico? E a amorosa Maria fala: É tarde demais Manoel meu amor… Olha só onde já estár a gaivota!

Uma de matuto: Em uma cidade do interior fizeram uma lei proibindo o pessoal de mijar na rua. Quem fosse flagrado teria uma multa de sessenta reais, que tinha que ser paga no ato, sem direito de recorrer. Logo na primeira semana de vigência da lei, o guarda municipal pegou o seu Quinca, um velho matuto fazendeiro, se aliviando atrás de um poste, em plena Praça da Matriz.

 

Imediatamente, o guarda sacou o bloco e lavrou a multa, que entregou ao infrator, dizendo: “São sessenta reais, senhor!” O fazendeiro matuto: “Sim senhor, lei é lei. Eu mijei, vô pagá!” estendendo duas notas de cinquenta, enquanto abotoava a braguilha. “Mas eu não tenho troco, diz o guarda.” O fazendeiro matuto com toda calma acende deu cigarro de palha, tira o chapéu, coça a cabeça e fala: “Óia seu guarda se ocê me der um desconto e deixá duas mijadas por cem, vô inté ali e dô outra regada no poste”!

 

Para encerrar, uma mais apimentada: Um casal de compadres, Antôe e Maria caminhavam pelo pasto de uma fazenda, até que viram um cavalo transando com uma égua, e a comadre Maria logo perguntou ao compadre antoê: o que é aquilo? Maria, eles tão casalano sõ! A égua tá no cio, o cavalo percebeu muiê! Mais cumé co cavalo sabe que ela tá no cio Antoê? Diacho muiê, é co cavalo sente o cheiro da égua no cio, sô!

 

Passaram mais adiante, e tinha um bode transando com uma cabra, e a Maria perguntou de novo, e o Antoê deu a mesma resposta. Mais na frente, lá estava um boi e uma vaca, e ela tornou a perguntar, ele deu a mesma resposta: que o boi também sentia o cheiro da vaca no cio. Aí a comadre olhou bem para o compadre e perguntou: ”Antoê, se eu perguntá uma coisa procê, ocê me jura que não vai ficá chatiado comigo?” Claro que não muiê! Ocê pode perguntá! “Antoêêê, ocê anda com o nariztupido”?

Piada é sempre piada!