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Queima do Alho pode ser reconhecida como patrimônio cultural paraisense

11 de fevereiro de 2021

Foto: Divulgação (Agência Brasil)

S.S. DO PARAÍSO – A Queima do Alho de São Sebastião do Paraíso pode ser reconhecida como Patrimônio Cultural do Município. A proposta vem de um projeto de lei que começou a tramitar esta semana na Câmara Municipal. A proposta foi encaminhada para análise das comissões de Finanças, Justiça e Legislação e de Esporte, Lazer e Cultura.

De acordo com a justificativa do autor, o vereador Pedro Delfante (PL), o evento traz os sabores das comidas típicas dos boiadores em uma festa tradicional do Calendário paraisense, que reúne grande público.

A sua consolidação como Patrimônio Cultural paraisense, além de contribuir na valorização deste festejo, acarretará no aumento da pontuação do município no ICMS Cultural, trazendo mais recursos para São Sebastião do Paraíso manter e preservar esta e outras tradições”, diz.

Segundo o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), o ICMS Patrimônio Cultural é um programa de incentivo à preservação do patrimônio cultural do Estado, por meio de repasse de recursos para os municípios que preservam seu patrimônio e  suas referências culturais através de políticas públicas relevantes.

Criado no ano de 1998, pela Associação dos Cavaleiros de Nova Resende, o Circuito Sul Mineiro da Queima do Alho tem se tornado uma referência nacional no que diz respeito às ações sociais e ao resgate cultural. As festas da Queima do Alho se tornaram verdadeiros pontos de encontro entre pessoas de todas as idades. Em São Sebastião do Paraíso, os festejos são realizados desde 2014.