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Brasileira estreia remake de ‘Rebelde’

5 de janeiro de 2022

Atriz brasileira Gi Grigio é a única brasileira na nova série ‘Rebelde’ na Netflix./ Foto: Divulgação.

Nesta quarta, 5, a Netflix estreia a primeira temporada da série Rebelde, inspirada na novela mexicana que fez sucesso no Brasil nos anos 2000, quando foi exibida pelo SBT. Desta vez, a produção conta com um nome brasileiro no elenco, a atriz Gi Grigio, que já passou por produções como Chiquititas, em 2013, vivendo Mili, e esteve em Malhação: Viva a Diferença e As Five.

Na nova versão de Rebelde, ela dá vida a Emília, uma das estudantes do famoso colégio Elite Way School (EWS). Emília é uma brasileira que está no México estudando na mesma escola que formou as estrelas da música pop internacional, o grupo RBD.

“Ela é muito determinada, dedicada, tem sonhos muito grandes e acho que ela enxerga o fato de estar no Elite Way School como uma oportunidade única na vida dela”, conta Gi, em entrevista por vídeo.

A nova história da Netflix não é um remake – ela se passa alguns anos depois que o RBD estourou. Todas as personagens são novas, com exceção da diretora da escola que é a ex-aluna Celina Ferrer, vivida mais uma vez pela atriz Estefanía Villarreal. No entanto, os antigos personagens estão por ali, rondando, na memória dos novos estudantes da EWS, que também sonham em ser grandes artistas da música.

“De alguma forma a gente se sente mais próximo. Eu lembro da Giovana criança pensando ‘ai meu deus, a Lupita (Maite Perroni)’, então imagino que a Emília quando era mais novinha também deveria pensar na Mia, sinto que acaba aproximando o público dos personagens”, diz a atriz.

Além de Gi e Estefanía, estão no elenco da nova Rebelde nomes como Andrea Chaparro como M.J., Sergio Mayer Mori interpretando Esteban, Jeronimo Cantillo como Dixon, Azul Guaita Bracamonte como Jana, Lizeth Selene como Andi, Franco Masini como Luka, Alejandro Puente como Sebas.

Gi fala sobre expectativas para a temporada, como foi se mudar para o México para gravar a série durante a pandemia e defende sua personagem que tem um quê de vilã, mas que ela garante ser só um dos lados da menina.

“A gente consegue ver os lados bom e ruim dela o tempo todo porque ela é intensa”, afirma. “A Emília estuda na Elite Way School, é uma aluna brasileira, estrangeira nesse universo. Ela é muito determinada, dedicada, ela tem sonhos muito grandes e acho que ela enxerga o fato de estar no EWS como uma oportunidade única na vida dela, então ela leva muito a sério seus objetivos. Ela é muito intensa, irônica, uma personagem forte”, conta Gi.

Nos primeiros episódios, ela soa até um pouco má.

“Gosto de definir a Emília como agridoce, porque ela tem momentos muito bonitos, interessantes, mas tem alguns em que eu penso: meu deus, essa menina é uma “bitch”. (risos) E eu gosto disso. Às vezes acho que a gente esquece quando estamos falando de séries adolescentes que esses personagens são adolescentes. Eles são novinhos, fazem besteira, estão se descobrindo. E acho que é algo interessante dentro da trama da Emília é que a gente consegue ver os lados bom e ruim dela o tempo todo porque ela é intensa, ela exposta”, conta.