Destaques Dia a Dia

Um pouco mais de sorriso, mesmo ainda na crise

POR LUIZ GUILHERME WINTHER DE CASTRO

19 de outubro de 2020

01) Depois de fazer umas cinco perguntas para o pai, sobre o que estava estudando na escola e o pai não saber responder nenhuma, o garoto fala para ele:

– Pai, o senhor não se importa que eu faça perguntas para o senhor daquilo que estou estudando?
– Claro que não, filho! Se você não perguntar como é que você vai aprender?


02) A professora pergunta para a menina:

– Izabelzinha, a carne da baleia serve para a gente comer?
– Perfeitamente, professora! Eu já comi, é uma delícia!
– E os ossos, o que se faz com eles?
– Ora, professora! Por questão de boa educação, a gente coloca na beirada do prato!


03) No médico o paciente se queixa dizendo:

– Doutor, quando eu acordo de manhã e me levanto, eu fico uns trinta minutos sentindo dores no corpo. O que eu faço?
– É só você se levantar meia hora mais tarde!


04) Um cidadão tinha um sogro que bebia e fumava muito. Um dia, ele passa pela casa do sogro, vê um movimento estranho, vizinhos entrando e saindo. Resolve perguntar o que aconteceu a um deles que estava saindo da casa. Fica sabendo, então, que o sogro, não muito velho ainda, havia acabado de falecer, teve um ataque cardíaco fulminante. Entrou na casa e deu de cara com o médico, que lhe falou:

– Resultado do fumo, mas, principalmente da bebida. Ele não bebia, comia com farinha! Cansei de avisar, de alertar, mas, era teimoso!
– Tudo bem, doutor! Cada um sabe de sua vida! Ele procurou, achou!
O médico, como já era conhecido e até amigo da família, imaginou que a esposa do sujeito e também filha do falecido, ainda não sabia do ocorrido. Recomendou a ele que soubesse como contar para a mulher, era preciso muito cuidado, pois, ela era filha e muito sensível.
– Pode deixar, doutor, é comigo mesmo!
Chegando em casa, com um ar taciturno, dá de cara com a esposa que estranha seu jeito e pergunta?
– Que cara é esta? Aconteceu alguma coisa?
Ele, com um ar solene:
– Gertrudes, senta aí que eu tenho uma coisa para contar!
Já sentada, ela diz: – Então!  E ele: – Não falei que seu pai ainda morreria de tanto beber?


05) Dizem que aconteceu numa pequena cidade da região , mas, como não tenho provas e a história é bem antiga, talvez nem haja mais testemunhas do fato. Também não citaria ninguém se soubesse, pois, assunto antigo, quem garantiria serem verdadeiras as personagens?

Eu também nem iria me envolver. Contam que um cidadão passou um cheque e o favorecido do mesmo tentou sacá-lo e não possuía os “fundos” necessários. Não deixou que o cheque fosse carimbado pelo banco. Tentaria resolver de outra forma. Passou o cheque para frente e o cheque ficou rodando em muitas mãos. Cidade pequena, pouca gente ainda, todo mundo amigo e quase parente, ninguém deixava o banco carimbar o cheque. Quando o cheque caiu nas mãos do último “favorecido”, coincidiu que este estava fazendo um negócio com o próprio emitente do cheque. Realizado o acordo, ele pegou o cheque e ofereceu ao emitente como pagamento de parte ou quase o total combinado. O emitente ao ver o cheque na sua frente, desculpou-se e disse que não poderia aceitar o cheque, já estava muito manuseado, quase rasgado e parecia que até já estava meio desbotado pelo suor ou pingos de chuva, por andar de bolso em bolso. Além disso, fingindo não saber quem era o emitente, ainda insinuou que já lhe falaram sobre aquele cheque e ficou sabendo que não tinha os fundos necessários no banco. Infelizmente, disse ele, peço desculpas, mas, não posso aceitar. – Francamente, não me contaram como ficou a pendenga. Se houve acordo final ou se saiu até tiro…não quiseram me contar!


06) O dono da empresa pergunta ao novo funcionário:

– O gerente já lhe disse qual a sua principal tarefa?
– Sim, senhor! É acordá-lo assim que perceber que o senhor está chegando!

LUIZ GUILHERME WINTHER DE CASTRO, professor de oratória e de técnica vocal para fala e canto em Carmo do Rio Claro/MG, ex-professor do ensino técnico comercial formado no Curso Normal Superior pela Unipac.