Destaques Do Leitor

Supressão de privilégios

12 de setembro de 2020

A todo ex-ministro brasileiro é mantido o salário durante a ‘quarentena’ de seis meses, todavia, impedido de exercer atividade empresarial durante o período. Que tal dar aos ex-presidentes da República o dobro do tempo às regalias de um ex-ministro? Hoje, o ex-presidente tem segurança permanente das Forças Armadas e Polícia Federal, além de até oito funcionários e dois automóveis pagos pelo governo. É um exagero, quando qualquer economia é bem-vinda para suprir as deficiências nas diversas obrigações governamentais. Um ano de privilégios é suficiente e os nossos ex-presidentes, patriotas cientes da grave crise brasileira, irão apoiar aderindo à supressão dos seus atuais privilégios, cortando na própria carne. Fica a sugestão aos nossos congressistas.

Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha/ES

O joio e o joio?

Embora cada profissão tenha os honestos, competentes, incompetentes e delinquentes, espera-se algo diferenciado daqueles que representam e defendem a lei e a justiça, os juízes, promotores públicos e advogados. Não é o que as últimas investigações mostraram, dentro do âmbito da Operação Lava Jato e operações semelhantes. Foram acusados de crimes de colarinho branco Wilson Witzel (que foi juiz) e os advogados Frederick Wassef (que representou a família Bolsonaro), Ana Tereza Basílio (que defende Witzel), Cristiano Zanin e Roberto Teixeira (representantes do ex-presidente Lula – quem diria), além da Helena Witzel, que também é advogada. Ou seja, não há ideologia quando se trata de corrupção. E a turma ficou escandalizada com a declaração corajosa da ministra Eliana Calmon quando afirmou que há “bandidos atrás da toga”. Pelo jeito há,
sim, senhor!

Omar El Seoud – São Paulo/SP

Má companhia

Advogados de Lula da Silva – o mais honesto brasileiro – lideravam esquema de desvio de dinheiro do Sistema S. Diz o ditado popular: diga-me com quem andas, e te direi quem és.

José A. Muller – Avaré/SP