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Senar abre novos grupos para produção de queijo artesanal

8 de julho de 2021

Foto: Divulgação

PASSOS – O programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Sistema Faemg/Senar/Inaes, lançado há cinco anos em Minas Gerais, tem registrado cada vez mais resultados positivos entre os produtores. Na área de atuação da regional de Passos novos grupos serão abertos para atender a agroindústria do queijo Minas Artesanal, a pecuária de corte e a cafeicultura.

A produção de queijos em Minas Gerais é um dos destaques na produção rural devido a sua diversidade e tradição histórica. Nos municípios de Vargem Bonita, São Roque de Minas, Bambuí, Medeiros, Delfinópolis e São João Batista do Glória, localizados na microrregião da Canastra, muito conhecida e reconhecida pelo sabor característico de seus queijos, três novos grupos integrarão o programa com 20 produtores cada um deles.

Para ingressar nos novos grupos do ATeG procure o Sindicato Rural do seu município. Estimada em 5.787 toneladas/ano, a produção é uma atividade baseada na agricultura familiar e tem importância socioeconômica, geração de ocupação e renda, permitindo a fixação das famílias no campo. Dois grupos já desenvolvem o programa nos municípios de São Roque de Minas e Medeiros.

A proposta do Sistema é ampliar o atendimento para os produtores da agroindústria, contribuindo para melhoria dos processos produtivos, auxiliando produtores com certificações, visando ofertar este importante produto mineiro, com qualidade para os apreciadores do queijo minas artesanal”, Rogger Miranda Coelho, gerente da regional do Sistema em Passos.

No meu grupo está tudo caminhando da melhor maneira possível. Estou fechando as visitas do primeiro ano de atendimento e os resultados estão bem satisfatórios. Os produtores entenderam bem a metodologia e os resultados anuais, em termo de certificação a sua importância e a maioria já está em fase final para a conquista do Selo Arte”, Cyro Daniel de Campos, técnico do programa em Medeiros.

É muito gratificante o trabalho realizando com os produtores que estão no projeto, a cada dia ganhamos mais confiança e conseguimos desenvolver um trabalho melhor. No primeiro momento trabalhamos muito a questão do controle das receitas e despesas. Agora estamos nos organizando e levantando dados para buscar sustentabilidade econômica através das compras coletivas, além das necessidades técnicas e específicas de cada produtor”, Júlio Cesar Moreira, técnico do programa em São Roque de Minas.