Destaques Do Leitor

Rigor da Justiça

14 de outubro de 2020

A peneira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem o dever, a obrigação de barrar os postulantes “fichas sujas” antes das eleições, senão é melhor extinguir o TSE. Somos 220 milhões de brasileiros, e o número de todos os eleitos não chega 100 mil, um percentual quase zero em relação à nossa população. Daí, podermos alijar os candidatos “ficha suja” sem arranhar a democracia.

Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha/ES


Países empobrecem

Era mais do que esperado o aumento da pobreza no mundo com o fechamento das pequenas, médias e grandes empresas e as indústrias por conta do novo coronavírus e a pandemia da covid-19 na maioria dos países mundo afora. O que se viu com esse fechamento imposto pelas autoridades das nações foi o enfraquecimento do comércio, demissões em massa e aumento da pobreza. Isso mesmo! Nem todo empresário que se viu obrigado a interromper sua produção, comercialização e prestação de serviços ao povo conseguiu se recuperar totalmente dos meses sem comercializar ou vender seus produtos ou serviços. Sem venda, sem dinheiro.

Afinal, se os governos que não produzem nada além de impostos estão em dificuldade, imagina quem paga esses impostos! O mundo vai se reconstruindo aos poucos, se readaptando, criando novas maneiras de sobreviver, mas a boca não para, a barriga não para de roncar. A fome aumenta no mundo. Teremos mais desnutridos do que jamais esperaríamos a ver. Mesmo com os homens e mulheres produzindo no campo, ainda é pequeno o consumo de alimentos.

Tempos de vacas magras, diriam os antigos. Mas, na realidade, é hora de as máquinas administrativas, tão inchadas com o número de servidores que fazem menos do que deveriam ganhar, reverem suas políticas de cabides de emprego. Notícias vindas da Europa, principalmente da França, indicam que por lá são mais de um milhão de pessoas entrando na linha da pobreza. Isso indica que o ‘novo normal’ será cortar os excessos vividos no passado, o fim do supérfluo e uma vida mais simples, sem muita ostentação. Se a Europa sente com isso, imagina países como Brasil, África do Sul, Angola e tantos outros, onde o salário mínimo chega a 200, 300 euros? Se o francês que ganha 1.100 euros é considerado pobre, imagina cá, na outra ponta da linha?”

Gregório José – Belo Horizonte/MG