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Região recebe R$20,3 milhões na 1ª parcela do FPM em outubro

Por Talita Souza / Especial

11 de outubro de 2021

Região recebe R$20,3 milhões na 1ª parcela do FPM em outubro./ Foto: Reprodução.

PASSOS – Com quase o dobro do valor da última parcela de setembro, os municípios da região receberam R$20,3 milhões em repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) na primeira parcela do mês de outubro, na última sexta-feira, 8. No acumulado do ano, a região recebeu R$387,7 milhões. De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o primeiro repasse tende a ser o maior do mês e representa quase a metade do valor esperado para o período inteiro.

Na região, os municípios que receberam os maiores repasses foram Passos (R$2,5 milhões), seguido por São Sebastião do Paraíso (R$2,08 milhões) e Piumhi (R$1,2 milhão). No acumulado do ano, cada um deles recebeu, respectivamente, R$48,8 milhões, R$39,6 milhões e R$24,4 milhões. Os três municípios juntos representam cerca de 23,46% das verbas na região.

Alpinópolis, Carmo do Rio Claro, Cássia e Monte Santo de Minas receberam R$961,9 mil cada um. Já Guapé, Ibiraci, Itaú de Minas e Nova Resende tiveram repasses no valor de R$801,5 mil, cada. Itamogi recebeu R$641,2 mil. Os municípios da região que receberem os menores repasses foram Bom Jesus da Penha, Capetinga, Capitólio, Claraval, Delfinópolis, Doresópolis, Fortaleza de Minas, Jacuí, Pratápolis, São João Batista do Glória, São José da Barra, São Roque de Minas, São Tomás de Aquino e Vargem Bonita, R$480,9 mil cada.

Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o primeiro repasse de outubro deste ano teve um crescimento de 36,81% em relação ao mesmo período de 2020, já descontada a inflação do período. De acordo a CNM no acumulado do mês, em comparação com 2020, a primeira parcela do fundo teve crescimento de 35,87%, sem considerar os efeitos da inflação. Com o desconto da inflação, o percentual cai para 26,55%.

Ainda de acordo com a confederação, mesmo com as projeções e indicadores mostrando um cenário econômico de retomada, o país ainda enfrenta um momento delicado, com discussões de reformas, como a tributária, administrativa e a revisão do Pacto Federativo. Por isso, a CNM alerta as administrações que tenham cautela na gestão dos recursos devido à instabilidade pela qual o país passa.