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Projeto ‘Arquivivências’ busca registrar memórias e relatos durante a pandemia

1 de outubro de 2020

Foto: Divulgação (Agência Brasil)

PASSOS – Com inspiração na coletânea “Re-mediando: pílulas poéticas para uma quarentena” e devido a vários depoimentos de pessoas que também buscavam uma forma de expressar seus sentimentos em meio à pandemia, surgiu o “Arquivivências – A experiência de textualização no contexto pandêmico: memórias e ressignificação”.
O projeto é ligado ao Programa da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) Trama Pela Vida: Ações de Apoio ao Enfrentamento da covid-19 e seu objetivo é estimular a produção de gêneros textuais diversos que falam sobre a pandemia, criando, assim, um arquivo de registros sobre esse período.

Acreditamos que, no processo de criação desses textos que comporão o arquivo que projetamos, os sujeitos-autores poderão ser lidos e refletidos a partir de suas ponderações, sentimentos, impressões e sensações sobre o momento presente e, desse modo, poderão também ressignificar, pela leitura, e especialmente pela escrita, essas experiências”, pontua uma das responsáveis pelo projeto, a docente do curso de Letras da Uemg Passos, Ana Paula Martins Corrêa Bovo.

A equipe responsável por desenvolver o projeto é composta por estudantes e docentes de várias unidades da Universidade do Estado de Minas Gerais. Ana Paula Martins Corrêa Bovo (Uemg Passos) e Josué Borges de Araújo Godinho (Uemg Carangola) são os coordenadores responsáveis pelo Arquivivências. Adriana Gonçalves (Uemg, Divinópolis), Fernanda Gontijo de Araújo Abreu (Uemg, Ibirité), Paulo Roberto Caetano (Unimontes), Samuel Ponsoni (Uemg, Passos), Sérgio Luiz G. Gimenes Romero (Uemg, João Monlevade) e Radamés Andrade Vieira (Uemg, Ibirité) formam a equipe de docentes colaboradores.

A equipe de discentes envolvida no projeto é formada por Aline Otoni (Uemg, Carangola), Alison Nolasco (Uemg, Ibirité), Ana Silva (Uemg, Divinópolis), Anna Lamêgo (Uemg, Ibirité), Bruna Mecchi (Uemg, Passos) e Bruna de Moro (Uemg, Ibirité). Qualquer pessoa que queira mandar seu texto para o “Arquivivências” pode acessar o formulário e/ou entrar em contato pelo Instagram (@arquivivencias).

Podem ser textos dos mais variados gêneros. Já recebemos poemas, cartas, contos, trechos de diários, depoimentos, imagens, textos multimodais (com texto e música, por exemplo), textos ensaísticos e outros. O único pedido é que não sejam mais de duas páginas por texto”, frisa a coordenadora Ana.

Os interessados podem acessar mais informações sobre o projeto: http://bit.ly/convitearquivivencias e enviar o conteúdo pelo formulário: http://bit.ly/arquivivencias. Também podem ser enviados os conteúdos para o direct do perfil no Instagram em https://www.instagram.com/arquivivencias/.