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Poetisa de Capitólio ganha concurso literário nacional no Ceará

12 de janeiro de 2021

A capitolina Perpétua Amorim foi a campeã nacional com o poema 'Quase Genises'. / Foto: Divulgação

A poetisa Perpétua Amorim nasceu na comunidade Macaúbas, em Capitólio, e reside atualmente em Franca/SP. Ela participou em 2020 do Concurso literário ‘Litere-se‘ dos Inhamuns, que foi lançado em maio. As inscrições poderiam ser feitas até 27 de junho de 2020 e, embora o resultado tenha sido divulgado em 28 de setembro de 2020, ela só soube ter se sagrado campeã nacional, com o poema ‘Quase Genises’, agora em janeiro, quando pediram os dados para a entrega da premiação.

De acordo com Perpétua, recentemente entraram em contato pedindo informações. “Quando me pediram a conta bancária, confesso que até tinha me esquecido desse concurso“, disse. O concurso faz um convite a refletir sobre “O mundo pós-pandemia” por meio da escrita de contos e poesias. As inscrições foram feitas através da internet. Foi realizado pela Escola Livre de Teatro de Inhamuns, no Ceará.

Devido ao número expressivo de inscritos, os organizadores do evento decidiram por conceder o prêmio em duas categorias, regional e nacional, para que a disputa fosse justa com todos os concorrentes. Os três primeiros colocados receberam prêmios em dinheiro e certificado. Todos os participantes selecionados receberam certificado.

Perpétua é autora e participa de vários concursos literários, como, por exemplo, foi a ganhadora do IX Festival de Poesia falada de São Fidelis, no estado do Rio de Janeiro, outubro de 2018, com o poema de sua autoria intitulado ‘O fazedor de mágica‘, onde mais de 1.500 pessoas participaram. Ficou em primeiro lugar em declamação de poesia.
A escritora tem no seu currículo mais de 90 premiações em diversos concursos pelo Brasil afora e alguns em Portugal.

A capitolina possui um livro de poesias publicado, intitulado ‘Ramalhete de mim,‘ e um livro infantil intitulado ‘Cantigas de ninar.‘ Possui participação em 68 antologias. Escreveu o livro intitulado ‘Memórias da Academia Francana de Letras‘ com a ajuda de outra escritora, Ivani Marchesi.

Perpétua é presidente da AFL, ocupa a cadeira de número 23, e o seu patrono é poeta Jorge Falleiros. É acadêmica da AFL desde 2005. Colaborou com a formação da Academia Cassiense de Letras. É membro efetivo da Academia Feminina Sul-mineira de Letras, ocupa a cadeira de numero 13 e a sua patrona é a poeta mineira, Mara Eugênia Celso.