Destaques Do Leitor

Nova CPMF

7 de outubro de 2020

Deixe registrado: O PIX é o início de um processo onde se pretende eliminar o papel moeda de circulação. Os cartões, que deram o ponta pé inicial nesse processo, estão com os dias contados. Todos teremos o PIX. Será esse o nosso meio de pagamento. Fica agora um alerta: fica fácil, fácil mesmo uma leizinha cobrando 0,2% de toda transação eletrônica, de todo brasileiro, a toda hora, em todo lugar. Lá atrás o Paulo Guedes cantou a pedra: – “não é nova CPMF, é apenas um imposto sobre movimentação eletrônica.”
Vamos registrar e aguardar.

Marcio Nogueira – Belo Horizonte/MG

17 candidatos

Em 17 municípios mineiros, não teremos briga acirrada pelo cargo de prefeito. Nessas localidades, apenas um concorrente à vaga do Poder Executivo. É preciso avaliar cada situação em particular. Não sei se o candidato único seria imbatível nas urnas e afugentou os outros ou se os partidos se esconderam tanto em suas reuniões que esqueceram de escolher um nome menos ruim.Apenas um, infelizmente. Indo de Norte (Pintópolis) a Sul de Minas (Ibitiúra, Alagoa, Conceição e Piranguçu), Oeste (Carmo do Cajuru, Aguanil), passando pelo Campo das Vertentes (Coronel Xavier Chaves e Santana do Garambéu), indo para a Zona da Mata (Araponga).

Ou mesmo na Região Central do estado (Monjolos; Presidentes Juscelino e Diogo de Vasconcelos), indo pra Grande BH (Nova União). Ou mesmo no Vale do Jequitinhonha (Itinga), no Triângulo Mineiro (Delta) até o Vale do Mucuri (Umburatiba).Mas perguntam-me, por que infelizmente? Ora, onde não há disputa, algo não está legal. É impossível para uma democracia onde os opostos não se encontram ter um debate salutar. Será que o povo terá um bom administrador? Poderá, no futuro questionar uma melhoria, ou, nesta disputa encontraremos um candidato que perderá para si mesmo?

Falamos de Minas Gerais, e o mineiro é calmo por natureza e, avaliando o número de habitantes, encontramos apenas Carmo do Cajuru com 22.693 moradores, as demais têm menos de 10 mil pessoas.. Se enxergássemos as disputas políticas como melhorias e projetos para nossa gente e não como se cada partido político fosse um time de futebol e, independente dos ‘pernas-de-pau’ que ali estão, são nossas siglas do coração.Ou o povo aprende a escolher os representantes ou continuaremos tentando fazer valer a vontade de grupos ideológicos que convencem para roubar os recursos de todos.

Gregório José – Belo Horizonte/MG