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Minas showroom

Por Wagner Penna / Da Redação

29 de junho de 2020

Foto: Divulgação (Agência Brasil)

O circuito da moda mineira começa a se movimentar – após reclusão obrigatória por causa do coronavírus. O primeiro ato dessa nova fase será o Minas Showroom, evento marcado para os dias 13 a 23 de julho, em Beagá, com visita de 200 compradores no vaivém pelos showrooms de algumas marcas.

No total, serão 27 marcas conhecidas, todas mostrando as suas propostas para o verão 2021 – vendidas através de pedidos (entregas serão feitas até setembro) e apenas para o atacado. Caso haja o temido lockdown (fechamento geral) na Capital, o evento será transferido para outra data – mas não cancelado.

Esse movimento está mexendo (positivamente) com os ânimos da turma, indicando que todos querem trabalhar, produzir, vender e acontecer. Detalhe importante, o MSW tem apoio e suporte organizacional do Sindivest-MG, entidade ligada à Fiemg.

VAIVÉM

Confirmado: o salão Casamoda mudou-se para Brasilia (por ser um hub aéreo nacional) e acontece entre 27 e 31 de julho. Lá estarão os lançamentos (via pedidos) das cápsulas da moda verão 2021 e as promoções de inverno (pronta-entrega) – ambas só no atacado. Serão 30 marcas selecionadas.
Já falamos aqui que o estilo Comfy (confortável), é um dos mais vendidos nesses tempos de ficar em casa.

Pois agora ele está se sofisticando, com a estampa tie-die (manchados) ganhando a preferência das consumidoras. Há casos de confecções que fazem 200 conjuntos em um dia e, mesmo assim, não da para atender as lojistas. Aproveitem.

PONTO FINAL

Notícia nada boa para a moda brasileira, diz que os maiores conglomerados de moda-varejo do pais estão em dificuldades.

Para evitar que essas se agravem, tanto o grupo Inbrands (Ellus, Richards, VR, Salinas, Alexandre Herchcovitch, Mandi, Bobstore e Tommy Hilfiger Brasil) quanto o Restoque (Le Lis Blanc, Dudalina, John John, Bo.Bô, Rosa Chá, Individual e Base) tomaram providencias – como pedidos de recuperação judicial. Com a grave crise do vírus, o fato não surpreende. A poderosa Zara, por exemplo, fechou 1200 lojas.

Foto: Divulgação