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Álbum do Assinante: Judoca completa 204 mil exercícios físicos em 2020

Por ADRIANA DIAS / Da Redação

8 de fevereiro de 2021

Foto: Divulgação

O Álbum do Assinante deste domingo traz um leitor bastante especial. Alvino Ferreira Lima, 73 anos, é natural de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, mas se mudou há 27 anos para São José da Barra. O contador de profissão é um judoca desde 1973, portanto, 48 anos dedicados à arte marcial.

Assinante da Folha da Manhã há 26 anos, Alvino abre correndo o jornal todos os dias para ver, principalmente as notícias de esportes, afinal, ele é um esportista assíduo, treinando em média três vezes por semana. Já ganhou algumas medalhas, mas seu grande orgulho é de ter completado em 2020 a quantidade de 204 mil exercícios físicos com técnicas de judô.

Os exercícios são Tai-otoshi, Seoi-nage, Morote-otoshi, Uchi-Mata, O-soto-gari, Harai-goshi, Okuri-ashi-barai e Zempo-kaiten-ukemi (rolamentos), além de flexões de braço, abdominais e corrida. Fiz 5 mil vezes a técnica Gokyo em cinco grupos de oito. Faço na sede da Creche São José, sendo que a prefeitura me empresta o espaço para colocar o tatame. Agradeço aos prefeitos que sempre propiciaram e às secretárias de Esportes, Cultura e Lazer”, disse Alvino.

O contador e atleta de 1,67 metro e 63 quilos contou que, jamais, conheceu alguém que tenha praticado tantos exercícios como ele.

Não conheço treinador, aluno, esportista com essa marca. Considero um registro histórico e desafio qualquer um a ir até na Barra me desafiar. Atleta de qualquer modalidade não aguenta ficar quatro horas fazendo exercícios. E, eu, aos 73 anos faço com naturalidade. Faço rolamento 30 vezes em apenas 1 minuto sem qualquer sacrifício. Além do judô, já participei de campeonatos de jiu-jitsu e ganhei medalhas”, alertou.

Divorciado e pai de quatro filhos, Alvino deu muitas aulas de graça para alunos de São José da Barra, por mais de 20 anos, em sua própria casa, dentre estes a Uke, Naiara Tavares Bastos Bueno, de 31 anos, que há seis meses recebe os treinamentos.

Me orgulho de ter influenciado tantos jovens. Meus filhos mesmo não se animaram, mas meu neto gosta. E, enquanto eu tiver com saúde, sigo treinando, lendo a Folha e fazendo as palavras cruzadas”, disse.