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Imóveis de ex-prefeito de Paraíso vão a leilão pela segunda vez

Por Adriana Dias / Redação

21 de julho de 2021

LEILÃO DE IMÓVEIS EM NOME DO EX-PREFEITO RÊMULO ALOISE FOI REALIZADO NESTA TERÇA-FEIRA. / Foto: Divulgação

S.S. DO PARAÍSO – O leilão dos imóveis em nome da Construtora e Incorporadora Jardim Novo Ltda., ligada ao ex-deputado e ex-prefeito de São Sebastião do Paraíso Rêmolo Aloise, foi realizado nesta terça-feira, 20, com lance inicial R$9.055.147,97 e prazo para apresentar propostas era até as 19h. Este é o segundo leilão, sendo que o primeiro foi realizado no dia 29 de junho com lance inicial de R$15.091.913,29, mas não apareceu interessado.

Os bens foram arrolados em ação judicial movida por Antonio Vicente da Silva e outros e são imóveis onde funcionaram o hotel, restaurante e hospital, área edificada de 9.659,61 m2, entre as avenidas Monsenhor Mancini e Angelo Calafiori, avaliada em mais de R$15 milhões.

O leilão está sendo realizado pela plataforma www.mgl.com.br e também no fórum, na avenida Dr. José de Oliveira Brandão Filho, 300, Jardim Mediterranèe em São Sebastião do Paraíso. A ação movida contra a Construtora e Incorporadora Jardim Novo se arrasta há alguns anos, e o leilão dos imóveis chegou a ser marcado anteriormente, no entanto foi cancelado.

Sobre os imóveis, a empresa leiloeira apresentou a proposta, com base na ação judicial, sendo um imóvel composto de um complexo comercial com área construída de 5.358,43m2, hotel e restaurante 4.173,18m2 e varanda coberta do restaurante 128,00m2 totalizando a área de 9.659,61m2. Localizado em uma zona residencial, dotada de todos os melhoramentos e serviços disponíveis, tais como energia elétrica, telefone, água encanada, rede pública de esgotos sanitários, coleta de lixo, correio, transporte coletivo, etc. Composto pelos lotes das matrículas 6212, 11999, 15549, 15550 e 16289 todos do CRI de São Sebastião do Paraíso-MG.

As condições de parcelamento são de 25% de entrada e o restante até 6 vezes. Sobre a localização e fotos dos bens são baseadas no levantamento de informações, pesquisas e documentações apurados. Cabe ao interessado visitar e confirmar a localização exata do bem.
É devida a comissão de 5% sobre arrematação de bens móveis e imóveis, e 10% sobre bens móveis em leilão judicial da vara do trabalho. Os pagamentos da arrematação devem ocorrer até no máximo 24 horas após a finalização do leilão.

Questionados sobre o que acontece se não houver interessados, a empresa de leilões informou que, por se tratar de leilão judicial vai reagendando até que apareça interessado. Até o fechamento da edição pelo menos 1.393 pessoas haviam visualizado o lote pela internet.