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Em Passos, um candidato não prestou contas ao TSE

17 de dezembro de 2020

Foto: Divulgação (Agência Brasil)

PASSOS – Chegou ao fim o prazo para a prestação de contas dos candidatos às Eleições 2020 e, conforme estabelecido pela Justiça Eleitoral, a documentação apresentada é referente a toda a arrecadação e gastos registrados desde o início da campanha. Em Passos, as sete chapas que participaram da disputa para Executivo totalizaram R$720.771,44 em despesas contratadas, incluindo serviços prestados por terceiros, publicidades e trabalhos contábeis. O limite de gastos legalmente fixado para cada candidatura foi de R$1.245.536,37.


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Segundo as informações divulgadas pelo sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os gastos de campanha dos candidatos Doutor Aquiles e seu vice, Sérgio Acorinte, do Avante, não constam como tendo sido apresentados os respectivos documentos comprobatórios. A plataforma virtual mostra que existe a pendência de R$2.500 em contratos que não teriam sido ainda adimplidos até a data de ontem.

Conforme norma regulamentar editada pelo Tribunal Superior Eleitoral, aqueles que não encaminharem a documentação necessária ou os que não fornecerem informações que correspondem à efetiva movimentação poderão ser punidos, ficando sem obter a certidão de quitação eleitoral até que prestem as contas devidas à Justiça Eleitoral.

Para a candidatura de Alexandre Maia e Doutor Gilberto, do Democratas (DEM), o montante recebido foi de R$223.203, compostos por recursos próprios dos candidatos, doados por pessoas físicas e também recebidos do Fundo Eleitoral. No caso da coligação de André Patti, do Republicanos, e Benedito Martins, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), o capital somou R$45 mil oriundos exclusivamente do Fundo Eleitoral.

A chapa formada por Capitão Virgínio e Carlos Conte, ambos do Partido da Mobilização Nacional (PMN), contou com R$11.915,50, investidos pelos próprios candidatos ao Executivo. Pelo Partido Social Liberal (PSL) disputaram Diego Oliveira e o Tenente Coronel Arlindo Nascimento, os quais venceram o pleito eleitoral. Neste caso, a prestação de contas somou R$159.880, valor representado por investimentos de recursos próprios, doações por pessoas físicas e recebidas dos fundos públicos.

No levantamento dos candidatos Juarez Moreira e Dona Cida, filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT), o valor recebido foi de R$255.697,10. Rodrigo Maia, do Podemos (PODE), junto a Iran Parreira, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), contabilizaram R$133.416,10, arrecadados por doações de pessoas físicas e pelo Fundo Eleitoral.

Destacando a importância do envio da prestação de contas, o TSE lançou uma nota explicando que este é um dever de todos os órgãos partidários e candidatos, incluindo vices e suplentes, uma vez que a medida obrigatória visa garantir maior transparência no que se refere à legitimidade no processo eleitoral.