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Diretor do Saae orienta sobre aumento no consumo

5 de Maio de 2020

De acordo com o diretor do Saae, Pedro Teixeira, o aumento no consumo é considerável, já que muitas famílias têm ficado mais em casa durante a quarentena.

PASSOS – O consumo de água aumentou 16% no período de isolamento e a direção da autarquia orienta os consumidores sobre a tabela utilizada pela empresa na cobrança das contas de água. De acordo com o diretor do Saae, Pedro Teixeira, o aumento no consumo é considerável, já que muitas famílias têm ficado mais em casa durante a quarentena e as pessoas devem ficar atentas para evitar surpresas no valor das contas. “É bom a gente frisar para a população que não houve, neste ano de 2020, nenhum reajuste no valor da tarifa do Saae de Passos”, informou.

Segundo ele, o que acontece é que a tabela de cobrança, feita por metro cúbico de água, é progressiva, ou seja, quanto mais se consome, mais se paga. “Somente para ilustrar, para o usuário de forma geral, se ele em uma conta, em média, de 15 metros cúbicos, pagava uma tarifa em torno de R$50, R$60. Se ele muda de faixa de consumo, por exemplo, no mês seguinte o consumo foi de 20 metros cúbicos, o valor cobrado é maior porque é uma tabela progressiva”, afirma Teixeira.

“O usuário tem que acompanhar o consumo e, lógico, precisa se atentar ao valor, mas precisa acompanhar muito mais o consumo porque, se muda de faixa, muda o valor da cobrança. O metro cúbico é cobrado de acordo com determinação de tabela feita pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG), e nada melhor do que o usuário ter esse controle do seu medidor. Quando o leiturista passa na residência, se o hidrômetro está do lado externo, ele faz a leitura normalmente, o leiturista não lança um valor diferente do que está registrado no hidrômetro. Obviamente, podem existir algumas situações que fogem do controle, como algum vazamento, por exemplo”, disse.

Em casos de alterações muito significativas no valor da conta, o diretor orienta os consumidores a procurarem a autarquia. “Se a conta do mês anterior, que não foi lançada como média, e o consumidor pagou R$50, e no mês seguinte veio uma conta de R$400, R$500, há algo de anormal. Nós orientamos que o usuário procure o atendimento presencial ou entre em contato por telefone ou pela nossa página na internet. Estamos sempre dispostos a esclarecer ao usuário e fazer aquilo que está dentro da legalidade. Nós não temos interesse algum em cobrar algo que seja diferente do que esteja marcando do hidrômetro”, finalizou Teixeira.